São cada vez mais as pessoas que recorrem à consulta de risco familiar no IPO, em Lisboa. Para evitar o cancro, fazem-se exames genéticos que permitem descobrir alterações hereditárias que potenciam o aparecimento da doença. Um trabalho de intervenção junto de famílias vítimas de cancro que pode ajudar a evitar o desenvolvimento da doença, avança o PortugalDiário.
É o caso de Lúcia, que depois de ter cancro da mama aos 32 anos, retirou o outro peito para prevenir o regresso da doença. A sobrevivente está a ajudar a sua família a gerir o risco para evitar que sofram um dia da mesma doença. Uma prevenção possível graças aos exames genéticos.
Esta é uma intervenção na saúde que ainda é muito discriminada e incompreendida.
“Os utentes que vêm beneficiar desta intervenção da saúde, justificam no local de trabalho que se deslocaram a uma unidade hospitalar. O que acontece é que são vistos aos olhos da entidade patronal como estando doentes e numa situação de precariedade laboral tem levado a que não seja renovado o contrato de trabalho”, refere a assistente social Cristina de Freitas.
No IPO de Lisboa funcionam duas consultas de risco familiar que têm salvo vidas: a do cancro da mama e ovário e a do cólon e recto.
Saiba mais sobre estas consultas no site do IPO de Lisboa
Fonte: POP
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Na minha família, só tinha um caso de cancro da mama, que era a minha tia, que faleceu em 1999, eu sempre tive muito alerta com as minhas mamas, por causa do caso dela, mas os profissionais faziam-me sempre uma pergunta, que me deixava mais descansada, mas não foi suficiente para não me aparecer cancro da mama, a pergunta era, Tem casos na família?, e eu dizia que tinha uma tia, e a pergunta seguinte era sempre, Do lado do pai ou da mãe? e eu dizia do lado do pai, e lá vinha a resposta, do lado do pai, não há tanto risco.
Se o meu cancro tem alguma coisa a ver com o da minha tia, não sei, nunca ninguém me disse, mas gostava muito de saber.
Quanto a estas consultas, vou-me informar melhor, para poder dar alguns conselhos às minhas irmãs.
Novos estudos recomendam mamografias só a partir dos 50 anos
Fonte: Sic
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A minha experiência com o cancro da mama é mesmo pelo lado da vitima, e a minha modesta opinião que tem sido aqui muito divulgada é que começar a realizar as primeiras mamografias aos 40 anos é tarde. O meu cancro não foi detectado na primeira eco-mamaria quando eu tinha 35 anos, só um mês e meio depois de fazer a eco e voltar a repetir eco e fazer mamo, é que detectaram um cancro de 3 cm...foi tarde na idade??? Não me pareceu, esperaria por ter 40, ou 50 anos, quando já pertence-se à lista dos rastreios???
Quando nos dedicamos a um assunto, como sempre chegamos à conclusão que há mais pessoas, neste caso, com cancro da mama que imaginamos e nos últimos quase 4 anos, o que vejo é que cada vez o cancro aparece mais cedo. E acho que há que ter atenção a isso.
E quantas foram as nossas amigas que faleceram umas com menos de 40 anos e outras pouco mais de 40 anos.
"O relatório revela ainda que a vantagem de uma mamografia para reduzir a taxa de mortes devido ao cancro da mama é de apenas 15 por cento." E acham pouco???
Gigi, que tenhas um lindo dia de aniversário.
Parabéns, muitas felicidades.
Sabes que és um dos nossos orgulhos.
És uma mulher cheia de força, que nos inspiras.
Beijinhos
Ontem deparei-me com a noticia do falecimento da Odete no blog da May, mas como ela não falou em sobrenomes, não sabia se estava a referir-se à Odete com quem eu falava por mail, há algum tempo.
A May demorou um bocadinho a responder, e eu fui procurar as ultimas mensagens que trocámos e mandei um mail, ao qual o marido hoje me respondeu que ela tinha falecido dia 9-11-2009. Já tinha confirmado ontem com a May. Não havia dúvidas.
De vez em quando caiam mensagens da Odete no meu mail a contar como estava a passar, só me deu a noticia do problemas dos ossos cuidadosamente depois do natal, para não nos preocupar, falava no orgulho dos filhos, nos problemas no trabalho, trocávamos experiências.
Lamento muito a morte da Odete, uma amiga Virtual que gostei muito de contactar.
Não podia deixar de lhe fazer um post aqui no meu cantinho.
A Odete é agora uma estrelinha. *
À familia os meus sentimentos
Acabei de ver o filme, Para a minha irmã, sem palavras...
Está excelente, gostei de ver, apesar da tristeza que nos deixa por um lado e a força que nos transmite ao ver aquela menina ajudar a família a conviver com a sua perda.
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