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Terça-feira, 1 de Abril de 2008

Randy Pausch

Vi no telejornal do canal 1, e vim a procura na net , a historia incrível deste homem...
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O que diria aos seus alunos se soubesse que lhe resta pouco tempo de vida? Um tranquilo professor de informática norte-americano transformou uma tradição universitária em acontecimento mundial. A sua "última palestra" vai ser editada em livro para a semana. Por Ana Gerschenfeld

a Randy Pausch sabe que vai morrer, mas não dentro de décadas, quando for velho e tiver netos. Pode morrer dentro de semanas, talvez meses - amanhã, até - e a menos que aconteça um milagre, morrerá antes do fim do ano. Aos 47 anos, este professor de Informática da Universidade de Carnegie-Mellon , em Pittsburgh , na Pensilvânia, craque da realidade virtual, casado e pai de três crianças pequenas, sofre de um cancro terminal do pâncreas.
Na sua universidade, existia uma tradição: os professores podiam "fingir" que estavam a morrer e proferir uma "última palestra", durante a qual tinham a oportunidade de transmitir aos seus alunos e à posteridade as lições de vida que achavam mais relevantes. Mas quando Randy Pausch subiu ao palco, a 18 de Setembro do ano passado, a morte não era uma hipótese remota para ele. Estava ali, tangível, quase no horizonte imediato.
Pausch começou por apresentar os resultados da sua última TAC abdominal e, apontando para as imagens em raios X, por dizer que, literalmente, não tinha muito tempo para viver: "Dez tumores no meu fígado [e outros no pâncreas], e os médicos disseram-me que me restam três a seis meses de boa saúde. Isso foi há um mês, portanto façam as contas." Acrescentou que, por incrível que isso fosse, naquele momento se sentia fantasticamente bem - e para o provar, fez logo ali, à frente de um público de 400 pessoas, uma série de flexões dignas de um ginasta.
Mas durante a hora que se seguiu, Pausch não falou da sua doença, nem da dor profunda que sente por saber que não verá crescer os seus filhos - e que provavelmente os dois mais novos (que têm quatro e dois anos, respectivamente) nem se irão lembrar dele em primeira mão. O mais velho fez seis anos há pouco. Quis falar, antes, de coisas "menos importantes" do que a mulher e os filhos ("dos quais não posso falar sem chorar"), isto é, da segunda coisa mais importante do seu ponto de vista. Daquilo que significa "realmente realizar os seus sonhos de infância". Foi esse o tema que escolheu para a sua última palestra.
Em poucas semanas, o vídeo da conferência, que foi primeiro noticiada por um jornalista do Wall Street Journal (que agora co-assina com Pausch o livro que vai ser lançado para a semana nos EUA) e depois difundida no YouTube , foi visto por mais de seis milhões de pessoas no mundo, da Alemanha à China. O olhar intenso, as sobrancelhas grossas, a cara de típico bom rapaz americano, o sorriso amplo, o sentido de humor, a sua energia e a vontade de viver e de lutar, a sua atitude perante a vida e a morte tocaram multidões.
Sonhos e paredes
Pausch apresentou a sua lista de sonhos de infância, que iam de "ganhar peluches gigantes nas feiras" (o que fez repetidamente) a "ser como o capitão Kirk " (personificado por William Shatner na série Star Trek dos anos 60). Olhando para o seu currículo de sonhos realizados, ele é de facto bastante impressionante. O que não significa que Pausch tenha sempre conseguido exactamente o que sonhava. Mas, mesmo assim, em muitos casos conseguiu e nos outros a alternativa foi tão boa ou melhor do que o sonho original. Muitas vezes, pareceu-lhe que estava a bater com a cabeça contra um muro quando tentava realizar um desses sonhos, mas isso nunca o desalentou.
Por exemplo, já professor, experimentou, com os seus alunos, o estado de microgravidade a bordo do chamado Vomit Comet da NASA (um avião que simula uma queda livre de cerca de 25 segundos, criando no seu interior as condições de "gravidade zero" do espaço). Previsivelmente, não conseguiu jogar no nível de topo do futebol americano (um outro sonho), mas adorou esse jogo enquanto amador e o desporto em geral - continuava, há semanas ainda, a andar uma hora de bicicleta por dia.
Durante uma sabática, foi trabalhar para a Disney Imagineering (outro sonho) na criação de mundos virtuais para os parques temáticos da Disney, mas quando lhe propuseram um emprego preferiu voltar para a vida académica (permanecendo no entanto como consultor da empresa, "o melhor de dois mundos", diz Pausch ). Também recebeu há uns anos a visita de Shatner Kirk no seu laboratório de realidade virtual de Carnegie-Mellon .
Só que os sonhos de infância não são a única segunda coisa mais importante: tão importante quanto isso é ajudar outros a realizar os deles. Aí também, Pausch conseguiu o que queria: criou e ensinou durante dez anos um curso multidisciplinar e inovador, intitulado Building Virtual Worlds , que foi um autêntico sucesso. Foi co-fundador do Centro de Tecnologias do Entretenimento da Carnegie-Mellon e fez Alice, um software educativo que pode ser utilizado até por miúdos das escolas para criar animações por computador - e ao mesmo tempo aprender a programar na linguagem Java.
A mensagem de toda esta história? "Os muros não existem para nos deixar de fora", diz Pausch . "Existem para nos dar a oportunidade de mostrar quanto desejamos uma coisa. Estão lá para parar as outras pessoas." No fim da palestra, deixou algumas lições, tais como "ouvir realmente as críticas dos outros", "trabalhar muito", "ser-se bom em alguma coisa, porque isso nos faz sentir que valemos algo". E para fechar, numa espécie de reviravolta dramática, perguntou: "Já perceberam qual foi o verdadeiro objecto da minha palestra? Foi como viver a vossa vida. Se a viverem da forma certa (...) os sonhos virão." Depois, à beira das lágrimas, uma outra adivinha: "Já perceberam qual foi o segundo objecto da minha palestra? É que ela não é para vocês, é para os meus filhos. Obrigado a todos e boa noite."
A doença no quotidiano
O cancro de Randy Pausch foi diagnosticado em Setembro de 2006. Ele e a sua mulher, Jai , pensavam que se tratava de uma hepatite, mas o exame revelou a extrema gravidade da situação. Pausch foi operado pouco tempo depois, tendo-lhe sido retirados "um terço do estômago, um pedaço do intestino, a vesícula biliar e um terço do pâncreas". Semanas depois, foi a Houston para se submeter a uma combinação altamente agressiva e tóxica de quimioterapia e radioterapia, regressando para a terminar em Pittsburgh umas semanas mais tarde. Recebeu, ainda, várias doses de uma vacina experimental. Tudo para tentar fazer com que os tumores não reaparecessem, para aumentar as suas hipóteses de sobrevivência. Uma página na Web http :/ download.srv.cs.cmu.edu ~pausch news index.html ) descreve ao pormenor como tem sido a sua vida desde então. A recuperação foi lenta, a perda de peso massiva, o cansaço extremo.
Apesar disso, a seguir à operação e aos tratamentos, Pausch acreditou que talvez estivesse entre os raros doentes que conseguem sobreviver a este cancro altamente letal durante cinco anos. A doença não parecia ter-se espalhado para o resto do seu organismo. A má notícia chegaria um ano mais tarde, em Agosto de 2007, quando a TAC (que fazia periodicamente) mostrou o regresso em força dos tumores. A partir daí, diz Pausch , "não há plano B ". Apenas quimioterapia paliativa, um tratamento que consiste em medicamentos que travam, temporariamente, o crescimento e a progressão das metástases. "Depois disso, é difícil saber quão rápido será o declínio, e não é uma maneira particularmente agradável de morrer", diz Pausch na sua entrada de 15 de Agosto.
Foi nessa altura que os seus médicos lhe anunciaram que lhe restavam, no máximo, três a seis meses de vida de qualidade. Seis meses mais tarde, já em Fevereiro deste ano, Pausch escrevia no seu boletim de saúde online: "Faz hoje seis meses que me disseram isso. (...) ainda estou vivo (..) Hoje, andei de bicicleta (...) Vou continuar a divertir-me todos os dias que me restam, sejam eles muitos ou poucos." Viver um dia de cada vez, tentando ganhar tempo ao tempo, nem que sejam umas semanas ou uns meses.
Porém, o sofrimento físico e emocional que o cancro do pâncreas impõe é tudo menos divertido. E Pausch sabe-o muito bem. O cansaço extremo provocado pela cirurgia e os tratamentos - e sobretudo o facto de saber exactamente o que lhe vai acontecer quando os medicamentos deixarem de surtir efeito, são algo difícil de imaginar para quem não passou por isso.
Mas não para esta família: mal souberam que o cancro tinha regressado, Pausch e a mulher decidiram mudar-se com os filhos para Norfolk, na Virgínia, onde vive a família de Jai , em previsão dos tempos que estão para vir. Pausch trabalha por email e via Web a partir da sua casa, brinca o mais possível com os filhos, descansa e dorme quando já não tem forças para mais nada. Jai e eu estamos a começar a considerar quais serão as nossas opções em termos de cuidados paliativos quando chegar a altura disso", escreve Pausch .
A quimioterapia paliativa teve de ser entretanto reforçada, em Janeiro de 2008, porque os tumores estavam a dar mostras de quererem voltar a avançar. E há pouco mais de duas semanas, foi preciso suspender todos os medicamentos porque Pausch sofreu, devido à sua toxicidade, uma insuficiência renal, insuficiência cardíaca e acumulação de líquidos à volta dos pulmões e teve de ser hospitalizado. A urgência médica já foi ultrapassada, não tendo aparentemente deixado sequelas permanentes. Na entrada de anteontem, 29 de Março, na página Web lê-se: "Estou claramente a recuperar energia; cada dia passo menos tempo na cama e estou a sentir-me globalmente mais "humano"."
A actividade tumoral, essa, tem vindo a aumentar lentamente, mas Pausch e o seu médico confiam que ele vai poder retomar em breve a quimioterapia. Pausch também se tem informado sobre outros tratamentos que poderia experimentar quando já nada do que está a fazer resultar. Mas são poucas as alternativas credíveis.
Um cancro "órfão"
O cancro do pâncreas vitima, por ano, dezenas de milhares de pessoas nos EUA e na Europa. Afecta mais os homens do que as mulheres, não há método de diagnóstico precoce e uma vez declarado, as hipóteses de sobreviver para além de uns meses são escassas. O actor Patrick Swayze, de 55 anos, anunciou há dias que tinha cancro do pâncreas - e antes dele vieram outras celebridades, como o pintor belga René Magritte (morreu em 1967), o trompetista de jazz Dizzie Gillespie (1993) ou o cantor de ópera Luciano Pavarotti (2007).
O cancro do pâncreas é aquilo a que se costuma chamar uma "doença órfã". Basicamente, é uma doença que não interessa os cientistas e para a qual não tem havido, portanto, grandes avanços terapêuticos. E se há uma coisa que enfurece Pausch (ele, que não se quer deixar abater pela sua trágica situação pessoal), é precisamente isso. Pausch tornou-se agora um activista da causa e começou a colaborar com organizações como a PanCan (pancan.org) para sensibilizar os políticos norte-americanos. Diz que quer ser o "Michael J. Fox do cancro do pâncreas", numa referência ao actor de Regresso ao Futuro que tem feito um intenso lobbying a favor da investigação da doença de Parkinson, de que padece.
Foi por isso que, apesar do seu estado de saúde das últimas semanas, Pausch não quis perder a oportunidade de ir a Washington, a 13 de Março, falar da sua doença perante uma comissão do Congresso. Com apenas oito minutos de duração, o clip de vídeo, disponível em http :/ download.srv.cs.cmu.edu ~pausch /, é um autêntico manifesto.
Ninguém fala deste cancro porque as suas vítimas "morrem demasiado depressa", explica Pausch . E os cientistas mais jovens e mais inovadores não estão interessados porque não há dinheiro para a investigação nesta área. Ora, sem eles, nunca haverá uma solução para esta doença. Já não chegam as quimioterapias e as cirurgias, o futuro passa pela genética. E se houver dinheiro para a investigação, Pausch acredita que, quando os seus filhos forem crescidos, haverá uma cura. Financiar intensivamente a investigação científica é o ingrediente necessário e suficiente para que as coisas aconteçam, disso não tem dúvida. Ele próprio é investigador e sabe como as coisas se passam.
Antes de a audiência terminar, Pausch puxa de uma fotografia da família e apresenta-a com uma emoção mal contida, desenhando setas com um marcador vermelho: "Dylan de seis anos, que adora dinossauros; Logan, quatro anos (...) e Chloe, dois anos. (...) E esta é a minha viúva."


Postado por Isa às 23:38
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11 comentários:
De Visitante a 2 de Abril de 2008 às 00:30
A última frase tocou-me profundamente...

"Esta é a minha viúva"...

Sinceramente não sei o que dizer sobre isto.

Beijinho
Visitante


De Carla a 2 de Abril de 2008 às 04:18
Bolas...
De Isa a 2 de Abril de 2008 às 09:42
sim ontem qd vi na televisão, tb fiquei bastante chocada.Mas é um homem de muita coragem.
De vanda a 2 de Abril de 2008 às 09:50
Impressionante a força, não posso deixar de o dizer... O MEU PAI ERA ASSIM.
Beijos para todos
De Isa a 2 de Abril de 2008 às 10:01
olá , tb achei.Que coragem.Não deve ser nada facil, gerir tanto sentimento, tanta dor e sofrimento.
Mas é assim que vemos que temos que ser fortes e lutar sempre, e se podermos ajudar os outros e ter tempo para eles, melhor.
De vanda a 2 de Abril de 2008 às 13:06
O tempo é precioso nestes momento, foges nos por entre os dedos, eu agarrei cada minuto dele ao lado do meu pai...
Hoje olhando para trás sinto bem, no meio do mal, o que não fiz foi porque o tempo já não o permitiu, de resto tive lá sempre para o que der e vier.
Beijos Isa que o Sol que ilumine sempre
De Nela a 2 de Abril de 2008 às 21:27
Li este artigo no jornal e fiquei impressionadissima. Sem palavras mesmo. Podemos fazer da nossa vida, até ao fim dos nossos dias, um lugar onde vale a pena estar e onde deixamos marca. Tem visto isso à cabeceira de muita gente. Vi isso à cabeceira da Buba até ao dia em que partiu.
De Desconhecido a 3 de Abril de 2008 às 16:13
Mais uma vez não resisti e tenho que falar sobre este horrivel "bicho" que infelizmente, foi o que levou a minha querida mãe há já 3anos.
Foi o meu primeiro contacto com esta malvadada doença, é dos piores que existem e infelizmente quando e detectado já é tarde e o tempo que resta é curto. Ainda hoje tenho presente na minha cabeça a cara de desespero da minha mãe quando soube o que tinha, isto em 1/04 e a nossa impotencia perante a situação. Foi desesperante ver a degradação dela quase que diaria ,ela ainda tentou agarrar-se a vida dizia que o meu filho na altura com 3anos ainda precisava dela, era ela que tomava conta dele . E eu se precisava dela , ela era o meu porto de abrigo.
Mas rapidamente perdeu a força, nos dias da quimio, meramente paliativa eram dias para esquecer , ate que chegou á fase de lhe ser ministrado a morfina para as dores e ai foi o fim partiu, em 6/04.
O minha grande dor nestes doentes é eles terem a consciencia que estão a espera que chegue a hora da partida,nunca fui capaz de falar com a minha mãe sobre o assunto, falei sempre com ela como se no dia seguinte o medico lhe fosse dar alta e ela estivesse curada,como de uma doença comum se tratasse.ficou-me a duvida sobre o que ela pensou e sentiu realmente, no entanto serve-me de consolo que pelo menos no fim não teve mais dores e quando partiu tinha um aspecto sereno.
Todos temos que partir um dia mas não se precisa de sofrer tanto .
Só peço a deus que oriente o homem no sentido de haver mais descobertas de tratamentos para estes bichos mais agressivos.
Peço desculpa de ter sido tão longa, mas continue assim a dar a conhecer estes e outros casos tão pouco divulgados.
Tudo de bom
Bjs
Guadalupe
De Isa a 7 de Abril de 2008 às 11:14
obrigada guadalupe pelo seu testemunho.beijos e boa semana
De Maria de Lourdes a 3 de Abril de 2008 às 22:33
Ol à Isa também vi na TV e tocou-me bastante h há quatro uma semana antes de falecer o meu pai, faleceu um familiar nosso como mesmo mal, começou a sentir-se mal foi ao médico jà não havia nada a fazer, nem quimio,viviam em Leça da Palmeira e estavam a preparar a mudança para Leiria foi fazerem tudo à pressa, pois a pessoa que tinha comprado a casa deles, precisava dela deu-lhe o tempo que puderam devido à situação.
em Leiria viveu o resto dos dias e consciente do seu estado, lúcido até ao fim, tinha 60 anos mas muito jovem de espírito .
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Ol à Isa também vi na TV e tocou-me bastante h há quatro uma semana antes de falecer o meu pai, faleceu um familiar nosso como mesmo mal, começou a sentir-se mal foi ao médico jà não havia nada a fazer, nem quimio,viviam em Leça da Palmeira e estavam a preparar a mudança para Leiria foi fazerem tudo à pressa, pois a pessoa que tinha comprado a casa deles, precisava dela deu-lhe o tempo que puderam devido à situação. <BR>em Leiria viveu o resto dos dias e consciente do seu estado, lúcido até ao fim, tinha 60 anos mas muito jovem de espírito . <BR class=incorrect name="incorrect" <a>bjos</A> ,Maria de Lourdes
De manuela a 29 de Julho de 2008 às 09:59
Morreu muito recentemente um amigo que eu considerava meu irmão mais novo, com cancro. Têem sido dias muito difíceis para todos quantos o amavamos e éramos muitos. Entendo bem, por isso, o sofrimento de que se fala e vejo todo o trajecto deste homem com muita admiração. Sinto muita saudade...

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