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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

A Psicologia na Oncologia

CAPITULO I:



Entendendo a Psicossomática





É sabido que a origem Psicológica sobre o Câncer está relacionada à mágoa.

Existem pessoas que vivem de forma sofrida e negativa guardando apenas raiva e rancor dentro de si, não aceitam ajuda de amigos ou entes queridos que estejam ao seu redor e não conseguem assimilar seus próprios problemas que tendem a crescerem com o decorrer do tempo até tornarem-se insuportáveis. Essas mesmas pessoas deixam passar oportunidades em suas vidas pelo motivo de não conseguirem enxergar nada além do que seu próprio sofrimento. É uma situação que cria um grande desgaste em todas as pessoas que querem ajudar, até mesmo por que em muitos casos é nítido para o externo o erro que essas pessoas estão fazendo consigo e a negação interna sendo usada como mecanismo de defesa para não encararem tal fato. Nesse caso classificamos esse processo como resistência. É a negação em lidar com os conflitos e com suas emoções. A pessoa que se encontra resistente vai começar a atrair só negativismo, pois é dessa forma que ela está e é dessa forma que a vida vai tratá-la. Caminhando mais um pouco por esse processo, no qual ela continua se afundando e não usando seus olhos e ouvidos para o positivo, por fim o corpo passa a falar e ela descobre que psicossomatizou um Câncer. Esse é o processo da Psicossomática. Ela surge no final quando a pessoa não conseguiu trabalhar suas questões, não conseguiu dar valor para si, não deu ouvidos para quem quis ajudá-la e acabou infelizmente passando para uma etapa mais séria. É importante quando a pessoa não está estruturada, procurar ajuda para que esse profissional a guie fazendo com que ela consiga entender o porquê de todos esses conflitos e a conecte com a realidade. Muitas vezes vai ser difícil e não vai adiantar muito. Mas se a pessoa estiver aberta no sentido de querer ajuda perante esse momento crítico de sua vida, ela vai conseguir captar e internalizar as palavras de conforto das pessoas. Seu inconsciente vai passar a agir fazendo com que ela entenda melhor o seu processo. Precisa-se de muita paciência, pois podem ocorrer alguns casos em que a pessoa tem consciência de seus conflitos internos, mas não tem a força para agir. Nesse caso deve-se ao mal que ela deixou penetrar em si e que tirou sua libido para ter atitude de lutar contra o problema.

A vida é feita de escolhas o tempo inteiro. Escolhas que podem ter conseqüências ou não. Momentos em que você perde de um lado, mas ganha do outro. Se a pessoa estiver fechada para seguir em frente e para o novo, ela vai enxergar apenas o lado sombra. O lado sombra é o nosso lado negativo e escuro, mas que pode tornar-se bom e positivo se for desenvolvido. Por exemplo, a criança é briguenta, teimosa e muitos pais a vêem como se fosse um lado ruim nela. Mas é um lado que pode ser bom e que está apenas sombreado, ou seja, está sendo utilizado de uma forma negativa no momento, mas pelo motivo da criança não ter consciência ainda. Futuramente pode ser transformado em algo bom como uma personalidade forte na pessoa ou uma insistência em sempre lutar e não desistir fácil. Mas isso ocorre se ela for trabalhando suas emoções no decorrer de seu desenvolvimento. Em caso contrário pode continuar birrenta e teimosa na vida adulta, atrasando os seus progressos ou o modo distorcido de lidar com as situações.

Hoje em dia é comum também observarmos pessoas que não vivem com o que tem ou com o que foi conquistado ao longo da vida e sim apenas com o que foi perdido e deixado para traz. Trabalham sempre na falta e no que poderia ter sido, não possuem um olhar de prosperidade e abundância. Chamamos isso de Crença Limitadora. É preciso tirar esse escudo de resistência ao novo. É necessário estarmos mais abertos para o que à natureza nos proporciona em oportunidades, pois é dessa forma positiva e inovadora que atrairemos sempre coisas boas em nossas vidas.



CAPITULO II:



A doença como caminho - Um olhar real e positivo.





É normal hoje em dia a pessoa que é diagnosticada com Câncer, desabarem e acharem que nada vale mais a pena na vida. Mas é exatamente neste momento de crise que entramos com a Doença como Caminho.

Um exemplo para melhor esclarecimento seria em relação a uma pessoa que já estava vivendo sua vida emocionalmente mal e sem querer enxergar nenhuma luz para resolução de seus conflitos, momentos antes da mesma ser diagnosticada, olhamos para traz e lembramos o quanto a sua vida já estava sendo jogada fora. Não queria ajuda das pessoas e muito menos se levantar. Então vamos observar de um modo positivo encarar o Câncer. Agora esta pessoa não vai poder mais continuar se afundando como estava, chegou à hora de centrar-se no real e cuidar de si. Parar, respirar e rever todo o mal que ela estava vivendo e ter a consciência de que vida lhe deu oportunidades, mas não foram absorvidas e sim abstraídas. Verificar ao ponto que chegou e o que fez consigo. Sua mente estava lhe perturbando tanto que acabou internalizando em seu corpo todo esse mal e não teve forças em colocá-lo para fora. Infelizmente nesses casos as pessoas acordam perante um choque ou um susto. Com isso passa-se a pensar que chegou a hora de realmente se cuidar, não tem como mais ficar levando a vida da forma que estava. É aprender a transformar o mal pelo bem. Não ficar remoendo para que o problema tornar-se cada vez maior e nem se vitimizar perante o fato. Então a pessoa cai um pouco em si. As vezes pode até ficar em estado de choque ao observar ao ponto que chegou com sua própria vida. Atrair um Câncer é muito sério, são muitas mágoas e rancores guardados. É aquele nó no peito que não foi desfeito, que acabou virando uma bola de neve de coisas mal resolvidas, estourou e se espalhou como um Câncer.

CAPITULO III:

O tratamento na Psicologia



É importante o papel dos familiares junto ao tratamento. Eles precisam saber como lidar com a situação, mas antes é necessário que aprendam a lidar com a notícia em relação ao ente querido. Os familiares devem se conscientizarem com o problema, estruturarem-se, para depois ficarem mais fortes para cuidar do outro. Se alguns dos familiares não assimilarem isso, podem acabar atrapalhando mais do que ajudando. A pessoa diagnosticada entra num processo sensível tanto no nível físico como emocional. Não é viável as pessoas ao seu redor transparecerem sentimentos negativos ou de fraqueza como um choro, ansiedade e nervosismo. O que ela mais vai precisar é de apoio para continuar vivendo e caminhando.

É um período da vida muito crítico em que a pessoa vai passar por processos dolorosos como invasão, falta de privacidade e em outros casos até mesmo sofrer mutilação. Na oncologia é importante o papel do psicólogo, pois é ele que vai resgatar a identidade que é tirada do paciente e ajudá-lo a elaborar seu luto. Existem perdas complicadas pelas quais o paciente sofre como não obter mais a sua residência fixa e sim uma "residência hospitalar", o mesmo passa a freqüentar hospitais e clínicas o tempo todo, deixando exposta a sua privacidade e intimidade, não consegue ficar perto de suas próprias coisas e passa a não ser mais classificado como indivíduo e sim como paciente.

É de extrema importância, os familiares e amigos continuarem sempre acentuando suas habilidades, talentos, para que no decorrer da doença isso não se apague e ele não se sinta com um vazio em ter perdido algumas coisas conforme descritas no parágrafo acima. Essas conquistas devem ser mantidas acesas dentro do paciente, deixando-o fazer as coisas normais do dia a dia. Como por exemplo, tomar banho sozinho, para ele sentir que ainda consegue ter controle sobre ele mesmo, sobre seu corpo e ter esse momento único e exclusivo de intimidade consigo sem ter ninguém por perto o invadindo. Ele precisa sentir que ainda é dono de si, de suas vontades e principalmente perceber que sua força interna ainda esta ali. As tarefas do seu dia a dia precisam continuar sendo realizadas para ele sentir-se vivo. É importante que os familiares tenham a percepção que ele este disposto a realizar essas tarefas e o deixarem à vontade. No momento em que os familiares acham que devem ajudar, podem estar acentuando no paciente uma acomodação e um sentimento de dependência. Mais sério ainda podem fazer com que a pessoa sinta-se inútil e impotente. Podem demonstrar que ele não consegue viver mais sozinho e sem pessoas ao seu redor. Neste momento é importante pedir ajuda de um profissional para identificar o melhor caminho a seguir e qual o melhor procedimento.



Alguns focos importantes em relação ao Câncer de Mama



Em alguns casos no que diz respeito ao Câncer de mama e a mutilação, a mulher perde a noção do seu esquema corporal que significa uma parte do seu corpo. É uma doença que mexe profundamente com a vaidade da mulher, com seu ícone feminino e principalmente com a sua própria identidade. É como se fosse embora uma parte do seu próprio "eu". Gera preocupações futuras como rejeição, abandono e perda do referencial anterior como mulher. Engloba também questões sexuais, psicossociais e auto estima. Aprofundando, pode mexer com questões relacionadas à infância, desde o nascimento à amamentação. Vou explicar o por que. O Seio da mulher é o órgão de unidade e ligação entre mãe e filho. É o símbolo materno de maior acolhimento para com o bebê.

A amamentação é um dos melhores momentos que uma mãe pode dar ao seu filho. O leite é o alimento de importante significado para ambos, tanto para a mãe que doa e para o filho que recebe. Em torno desse encontro existe um laço de amor eterno e profundo.

Devido ao câncer de mama, a mulher pode não sentir-se mãe por completa. Ela acaba se sentindo invadida e com um vazio interno daquilo que foi tirado de seu próprio corpo bruscamente. Aquele pedaço de doação e união que poderia ser dado ao seu filho.

Com esse processo a mulher não se sente útil em dar 100% de amor para o bebê. É um caso sério que necessita de um acompanhamento psicológico para que a mulher trabalhe internamente suas perdas e assimile seu luto devido à ausência da mama. É preciso voltar e recuperar sua alegria de viver, seu amor próprio e reconstruir a sua identidade. Após recuperar essas questões ela conseguirá transmitir o amor completo ao seu filho, pois ela já vai estar com esse amor dentro de si mesma. Seus conflitos internos já vão estar bem elaborados e aceitos. Uma mãe, com essas questões resolvidas vai estar estruturada para montar um ambiente acolhedor e de calor materno ao bebê. O amor será mais intenso e transparente. É importante esse ambiente, pois é ele que vai dar sustentação e base ao todo.

Quanto mais estivermos abertos para compreender, aceitar nossas falhas e limites o nível de cobrança em cima de si mesmo diminui. Se a pessoa der muita importância para os conflitos eles permanecem na mente intensamente de forma negativa como pensamentos obsessivos, surgindo a confusão mental e passando por cima de princípios que já foram conquistados e internalizados. A vida nos coloca frente a alguns conflitos para podermos entendê-los e não para ficarmos nos colocando em posição de vitima perante a ele.

Como coloquei no parágrafo acima, assumindo suas fraquezas, limites e também seus erros, você consegue conquistar a sua maturidade emocional, pois é ela que nos dá condições de criar expectativas saudáveis a nosso próprio respeito.



CAPITULO IV:

Aprendendo a viver a vida naturalmente.



O relacionamento dos familiares e amigos, junto ao portador da doença deve ser sempre conduzido de maneira positiva. Ajudá-lo a perceber que pode viver sua vida normalmente como todo mundo e incentivá-lo a voltar ao trabalho para que continue com sua independência, são pontos importantes que devem ser valorizados.

As pessoas de um modo geral acreditam que o Câncer é sinônimo de sofrimento e morte. Isso é um engano, hoje em dia as pessoas portadoras do câncer estão obtendo mais qualidade de vida, devido à evolução da Medicina. Por tanto encare como um processo de vencimento de barreiras e aprendizado. Continue com seus sonhos e projetos. Isso também serve para as pessoas ao redor transmitirem a mesma energia ao portador. A pessoa precisa acreditar que é capaz e que pode continuar trabalhando e produzindo. No ambiente de trabalho, por exemplo, os colegas precisam aprender a lidar melhor com suas emoções para depois poderem transmitir a maturidade necessária ao outro. Não olhar o portador como uma pessoa fraca. Todo mundo é igual e nosso potencial e luz independente do que aconteça estará sempre ali dentro de nós mesmos. Uma pessoa que transmite essa fraqueza como um olhar de pena ou um sentimento de tristeza, precisa trabalhar melhor suas questões, para depois enxergar a pessoa não como um portador de Câncer e sim como um portador de forças. É muito importante a pessoa não se desvincular de seu trabalho enquanto tiver forças fisicamente. Conforme ela continuar com sua independência no trabalho automaticamente vai obter essa mesma independência perante a doença não se entregando a ela. A nossa base para a vida é estar com os pés fixos no profissional. É importante essa realização, pois é ela que vai dar forças para o resto do todo evoluir junto. Aos colegas de trabalho, transformem o ambiente de vocês em um clima harmonioso e aprenda com o potencial e a força de uma pessoa que mesmo sabendo de sua doença, também tem a consciência que pode viver normalmente a sua vida.

Quem sabe não será essa pessoa que vai lhe ajudar a enxergar coisas que você em algum momento pode estar bloqueando.



CAPITULO V:

Projeção X Psicossomática



Hoje em dia devemos ajudar uns aos outros com prazer e sem esperar nada em troca. Existem pessoas que em alguns momentos de suas vidas abandonam a si mesmo para fazer tudo pelo outro. Não seguem com sua própria vida, não se casam, não trabalham e não possuem uma vida social ativa. Esse é um processo pelo qual muitas pessoas passam sem perceber a roubada que estão se metendo. Para você obter uma paz em sua consciência, deve-se ajudar sem auto se abandonar. Vou explicar como funciona esse processo. A pessoa no fundo sabe que sua vida não anda bem, acha que sua função é unicamente ajudar as pessoas e inconscientemente passa a dedicar-se aos outros. Permanece sempre disponível para o outro menos para ela mesma. Futuramente a mesma vai criando um vazio dentro de si e esse mesmo vazio significa a sua vida que está sendo abandonada. Esse buraco que é o seu vazio interno também vai ser usado de forma negativa. Como por exemplo, a pessoa vai começar a manipular e projetar em cima do outro aquilo que ela não faz por ela mesma e esse vazio a ser preenchido será a esperança de que esse outro reconheça os seus valores e o que ela tem feito por ele.

Se nesse caso ela estivesse cuidando do outro, e paralelamente cuidando de si, não abandonando sua vida e nem suas conquistas, ela cuidaria do outro com prazer e saberia que o mesmo não tem obrigação de suprir sua carência e sua falta de amor próprio. Se a pessoa ajuda e ao mesmo tempo existe uma cobrança, é porque esta ajuda já está sendo usada pelo lado negativo. Tudo que é feito com prazer não pode existir cobrança.

A explicação acima é para entender que nesse processo que envolve o abandono de si e projeção, a pessoa acaba psicosomatizando também outras doenças. A loucura nesse processo pode ser tão intensa, que pode chegar a ponto de culpar o outro pelo seu próprio sofrimento e pela atração da doença psicosomatizada. A culpa que era para a mesma sentir consigo mesma, devido ao seu autoabandono, ela projeta no outro. É importante um acompanhamento de um psicólogo que mostre todo esse caminho que ela vem percorrendo até ela conseguir entender, internalizar, assimilar e colocar ação para a mudança. Voltar a ter o amor perdido por ela mesma, e a partir desse momento aí sim ela conseguir dar alguma coisa para o outro.



por Simone Costa



Psicóloga - CRP 06/85827

Contatos: 8166.1672

simonecosta8@gmail.com

http://simonepsicologia.blogspot.com
Postado por Isa às 09:59
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8 comentários:
De lina a 28 de Novembro de 2008 às 13:42
Olá Isa, é muito importante o doente oncológico ser acompanhado por um psicologo ou psquiatra quando o caso assim o exige eu por acaso não foi necessário porque estava medicamentada com anti-depressivos já antes da descoberta do carcinoma por outros motivos,inclusivé no meu processo o médico escreveu que eu estava lúcida e cooperativa, mas tinha colegas na radioterapia que estavam a ser controladas porque não aceitaram a doença, a mastectomia,a sua auto-estima desceu muito e mesmo eu ao falar com elas notava a angústia de estar a passar por aquela realidade mas temos que fazer sempre o que nos indicam e o que é melhor para nós!
Beijinhos
De Isabel Alegria a 28 de Novembro de 2008 às 18:07
Eu é que trabalho em saúde e estas meninas é que me surpreendem!
O que eu aprendo convosco...
beijinhos e bom fim de semana
Isabel Alegria
De Isa a 2 de Dezembro de 2008 às 09:58
olá isabel, já agora, diz-me trabalhas no q?
beijinhos e boa semana
De Nela a 29 de Novembro de 2008 às 17:48
Excelente artigo, Isa.
Obrigada.
Jinhos
De vandete a 30 de Novembro de 2008 às 21:03
olá isa, adorei sua explanação sobre oncologia e acompanhamentos de pessoas envolvidas. continue assim, aprestar este grande serviço a humanidade, que esta carente de esclarecimentos e sabedorias. me comunique outras materias por vir. obrigada. vandete vitória es.
De Isa a 2 de Dezembro de 2008 às 09:48
olá vandete, os textos não são meus, encontrei-os na net e achei-os muito interessante.beijinhos e bom dia
De vandete a 3 de Dezembro de 2008 às 12:43
bom dia,isa , sua pesquisa na net , é de grande valia. continue assim, foi muito esclarecedor, acredito que para todos que tiveram acesso a materia divulgada. estou a seu dispor e muito obrigada pela atenção dispensada. aguardarei outras.
De Isa a 3 de Dezembro de 2008 às 15:33
ok, beijinhos

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