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  <title>UmA lUz nA eScuRidÃo</title>
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  <description>UmA lUz nA eScuRidÃo - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 10:39:06 GMT</pubDate>
  <title>Tia Bia </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Hoje era o teu aniversário. Os meus parabéns.&lt;br /&gt;Farias 75 anos, se o cancro tivesse deixado.&lt;br /&gt;Foste apanhada por esse monstro, e lembro-me bem a tristeza que foi, saberes que tinhas cancro da mama.&lt;br /&gt;Foi doloroso, para ti e para quem estava ao teu redor.&lt;br /&gt;Ninguém merece, mas tu não merecias mesmo...&lt;br /&gt;Merecias uma velhice digna da pessoa que foste...e não tiveste...isso a par do teu sofrimento entristece-me sempre que penso em ti, pois eram muitas as vezes que dizias...quero ver quem cuida de mim quando eu for velhinha...estas palavras passam muitas vezes pela minha cabeça...&lt;br /&gt;Já escrevi isto muitas vezes neste ou no blog VIDA...depois de eu ter tido cancro, é que percebi que o muito que te dei, quando estavas doente, afinal foi pouco...provavelmente para ti até não foi...mas eu sei o que é a angustia de alguns dias, quando passamos pelo cancro. Não chegaste a fazer a mastectomia, mas sofreste como se a tivesses feito, sei que te ia custar muito essa mutilação. Sei que não estavas a conseguir lidar com isso. Hoje eu sabia dizer-te tantas palavras de conforto em relação a isso.&lt;br /&gt;Na altura, para mim, era tudo novo, foi a tua experiencia, infelizmente, que me deu força, que me me inspirou...sei que também tive sorte...ou quem sabe, a sorte foi teres estado a lutar comigo a meu “lado”.&lt;br /&gt;Obrigada tia por tudo...&lt;br /&gt;Tens um significado enorme na minha vida.&lt;br /&gt;Sabes que te queria junto de mim...queria ver-te babada a olhar para o Miguel...&lt;br /&gt;Amo-te muito...</description>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 09:12:33 GMT</pubDate>
  <title>Uma tristeza... </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Sem dinheiro para ir ao hospital &lt;br /&gt;Glória Lucas, 56 anos, sofre de lúpus e várias doenças ósseas que a obrigam a consultas de vigilância no máximo de três em três meses. Deixou de ser acompanhada no final de 2011 porque os 379 euros que recebe da pensão de invalidez mal chegam para sobreviver. &lt;br /&gt;      Joana Pereira Bastos e Vera Lúcia Arreigoso (www.expresso.pt)&lt;br /&gt;      8:50 Quarta feira, 16 de maio de 2012   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias o ritual é o mesmo. Uma sucessão quase infindável de comprimidos, de manhã até ao deitar. Dezoito, no total. Vinte e dois à quarta-feira. Não é para menos. Glória Lucas, 56 anos, sofre de lúpus, uma doença autoimune que lhe atacou os ossos e as articulações e lhe provocou osteoporose, osteoartrose e artrite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doença e a elevada dose de medicação, que é agressiva e carregada de efeitos secundários, obrigam-na a fazer análises e a ter consultas de vigilância com muita regularidade. No máximo, de três em três meses. Em fases mais agudas, pelo menos uma vez por mês. Mas Glória deixou de ser acompanhada no final de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Já faltei a consultas e a exames porque não tenho dinheiro para o transporte&quot;, explica. Recebe 379 euros de pensão de invalidez e paga 145 euros de renda. Sobram-lhe pouco mais de 200 euros para comer, pagar as despesas da casa e comprar a medicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim dos reembolsos pelo transporte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dinheiro não estica o suficiente para os mais de 100 quilómetros que a separam do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde tem de ser seguida para ter acompanhamento especializado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dantes, o centro de saúde de Peniche, onde mora, passava-lhe uma credencial para o transporte, que lhe permitia reaver a 100% o custo da viagem de camioneta até à capital, depois de devidamente carimbada no Santa Maria. Mas o ano passado o médico de família informou-a de que a Segurança Social tinha deixado de pagar o reembolso das deslocações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única possibilidade de voltar a ter transporte gratuito era em ambulâncias dos bombeiros, mas apenas se o médico do Santa Maria autorizasse. O que não aconteceu. &quot;Lá, disseram-me que só autorizam em casos extremos, como acamados, doentes com cancro ou doentes renais crónicos. Compreendem a minha situação, mas dizem que são as regras da troika, que mandou cortar no transporte.&quot; Perante a recusa, Glória Lucas deixou de fazer análises. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A última vez que fui à médica, já depois de algumas faltas, ela perguntou-me como é que eu quero ser tratada se não vou às consultas e não faço os exames. Eu perguntei-lhe como é que ela quer que eu faça se não tenho dinheiro. Ficou calada. E ficámos assim.&quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doentes sem tratamento por falta de transporte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todo o país, pessoas com baixos rendimentos estão a faltar a consultas, exames e tratamentos por não conseguirem pagar as deslocações. Governo reconhece que há um problema e vai mudar a lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo estando isentos de taxas moderadores, há doentes que ficam sem tratamento porque nem sequer conseguem chegar à porta do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Estão previstas deslocações gratuitas para quem precisa de assistência e tem baixos rendimentos, mas a lei nem sempre é cumprida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigados pela troika a cortar cerca de 54 milhões de euros no transporte não urgente de doentes, hospitais e centros de saúde estão a racionar as credenciais. Muitas vezes fica de fora mesmo quem tem direito. O Expresso encontrou vários casos de pessoas que deixaram de se tratar por não conseguirem pagar a deslocação ao médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as regras em vigor, beneficiam de transporte gratuito os utentes com menos de 419 euros de rendimento mensal do agregado familiar (seja qual for o número de elementos) e situações clínicas incapacitantes como doenças neuromusculares e ortopédicas, doenças oncológicas ou sequelas motoras de doenças musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito em breve será publicado um novo diploma que sobe dos 419 para 628 euros mensais o limite de rendimentos para se ter acesso ao transporte gratuito. A nova legislação vai ainda alargar este direito a quem tem de recorrer ao SNS pelo menos oito vezes por mês. No caso dos doentes oncológicos, estará sempre garantido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao Expresso, o secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, salienta ainda que a nova lei dará ao médico a possibilidade de prescrever transporte gratuito a casos que a sua &quot;sensibilidade ética&quot; dite que também devem ser beneficiados, mesmo que não cumpram os critérios previstos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ler mais: &lt;a href=&quot;http://expresso.sapo.pt/sem-dinheiro-para-ir-ao-hospital=f725882#ixzz1v1RJK9MK&quot;&gt;http://expresso.sapo.pt/sem-dinheiro-pa&lt;wbr /&gt;ra-ir-ao-hospital=f725882#ixzz1v1RJK9MK&lt;/a&gt;&lt;wbr /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://expresso.sapo.pt/sem-dinheiro-para-ir-ao-hospital=f725882&quot;&gt;http://expresso.sapo.pt/sem-dinheiro-pa&lt;wbr /&gt;ra-ir-ao-hospital=f725882&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 14 May 2012 14:40:01 GMT</pubDate>
  <title>Mais uma Unidade de Cuidados Continuados no Baixo Alentejo  </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>A Unidade de Cuidados Continuados de longa duração e Manutenção de Garvão recebeu hoje, dia 14 de Maio, os primeiros utentes, segundo nos revela a Associação Futuro de Garvão, que vê agora a Unidade de Cuidados Continuados de longa duração e Manutenção de Garvão em pleno funcionamento, três anos depois de a reivindicar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Esta unidade tem capacidade para receber cerca de 30 utentes. A sala de fisioterapia altamente equipada vai servir de apoio ao tratamento dos utentes internados e também de utentes externos que requeiram o serviço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Recorde-se que, esta Unidade de Cuidados Continuados de longa duração e Manutenção é a terceira do mesmo tipo, na Rede de Referência da Unidade local de saúde do Baixo Alentejo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Este investimento, no valor total de cerca de dois milhões de euros, financiado em 750 mil euros pela Administração Regional de Saúde do Alentejo e a outra parte por fundos privados, proporcionou também a criação de cerca de 30 postos de trabalho qualificados, sobretudo, jovens permitindo a fixação desses jovens na terra de origem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=127435&quot;&gt;http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?re&lt;wbr /&gt;fnoticia=127435&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 09 May 2012 10:25:43 GMT</pubDate>
  <title>Bronze está na moda, mas a que custo? </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/277416.html</link>
  <description>O recurso a solários e a exposição intensa ao sol são comportamentos de risco, já que potenciam o surgimento de cancro da pele. É um alerta de um especialista, na dia do euromelanoma. E fica, ainda, o aviso: &quot;Dias de nevoeiro e de vento dão sol matreiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vêm aí dias de temperaturas altas e índices de raios ultravioleta igualmente elevados. Com a época balnear a bater à porta, os especialistas alertam para a prevenção e diagnóstico do cancro cutâneo. Para perceber mais sobre a doença, bem como, os cuidados a ser tomados, a Renascença foi ouvir Osvaldo Correia, da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moda do corpo bronzeado tornou-se um risco para a pele. “As variações climatéricas levam, muitas vezes, a que as pessoas estejam ansiosas e, logo após o mau tempo, acabam por se expor de uma forma intensa no primeiro dia de sol”, explica Osvaldo Correia, sublinhando ainda que &quot; os efeitos surgem anos depois&quot;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização de solários, ainda que em Portugal seja menor face a outros países mediterrânicos, é outro recurso ao bronze que é considerado tão perigoso “quanto o tabaco é para o cancro de pulmão”. Não significa que “toda a gente que faz solário vá ter problemas de pele”, mas, segundo o dermatologista, é importante lembrar que este tipo de exposição, “mesmo que pouco frequente, não prepara a pele e não é importante para a vitamina D como muitas pessoas julgam”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osvaldo Correia garante que as idas ao solário, que envolvem 3% a 5% dos portugueses, “podem traduzir-se em efeitos negativos sobre a pele, não só no envelhecimento, como na susceptibilidade de cancro”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além desta aplicação artificial, o especialista revela que “em Portugal é ainda elevado o número de queimaduras solares devido a exposições inapropriadas e não só em pessoas de pele clara.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dias de nevoeiro e de vento dão sol matreiro”&lt;br /&gt;Antes de passar aos conselhos, Osvaldo Correia sublinha que a “temperatura nem sempre se correlaciona com o índice de ultravioleta&quot;. &quot;Há que estar atento: dias de nevoeiro e de vento dão sol matreiro&quot;, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O especialista identifica ainda as três lesões que podem indicar cancro cutâneo: “Uma ferida que não cicatriza - rosto, nariz, orelhas - e volta mais grossa; um sinal de cor que surgiu diferente dos outros; um sinal estável que já tinha, cuja cor e contorno tornam-se irregulares”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, “utilizar um chapéu de abas largas, proteger o decote e os braços é importante, além de recorrer à sombra e ao uso do protector solar - que quanto mais fluido for, mais vezes tem que ser renovado”, refere o dermatologista. Osvaldo Correia acrescenta ainda que o período da “siesta”, entre as 12h00 e as 16h00, deve ser evitado, uma vez que “os índices de ultra-violeta são mais elevados”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia do euromelanoma em Portugal vai disponibilizar a partir desta quarta-feira, em parceria com cerca de 30 serviços de dermatologia, um rastreio gratuito de cancro da pele direccionado, sobretudo a quem tem lesões de risco ou com antecedentes de queimaduras solares. Em caso de impossibilidade ou falta de vagas, Osvaldo Correia diz que “as pessoas com dúvidas devem procurar o seu médico”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode consultar em &lt;a href=&quot;http://www.apcc.online.pt&quot;&gt;http://www.apcc.online.pt&lt;/a&gt; os locais onde os rastreios vão ser feitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&amp;did=61420&quot;&gt;http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.as&lt;wbr /&gt;px?fid=31&amp;did=61420&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 03 May 2012 09:09:11 GMT</pubDate>
  <title>Tratamentos de fertilidade associados a maior risco de cancro pediátrico </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/277205.html</link>
  <description>Uma pesquisa recente sugere que os medicamentos usados nos tratamentos de fertilidade podem aumentar o risco de crianças geradas a partir destes processos desenvolverem cancro, avança o PIPOP – Portal de Informação Português de Oncologia Pediátrica, citando a Fox News.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O risco de desenvolver o tipo mais raro de leucemia mielóide aguda (tipo de cancro que afecta o sangue) foi aumentado em 2,3 vezes pelos medicamentos em causa, enquanto para o tipo mais comum, a leucemia linfoblástica aguda, essa probabilidade foi elevada de duas a seis vezes, segundo o estudo apresentado recentemente numa Conferência sobre Cancro Infantil em Londres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O risco aumentado de cancro na infância não foi associado à inseminação artificial ou fertilização in vitro, mas sim a compostos usados para estimular o ovário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa sugere também que, além de evidências sobre a ligação entre a doença e alguns medicamentos de tratamento de infertilidade, o próprio facto de não existir facilidade em gerar um filho pode assumir um papel no maior risco da patologia, isto porque os investigadores chegaram à conclusão de que quando uma mãe aguarda mais do que um ano para engravidar, sem intervenção médica, o risco do seu bebé vir a desenvolver leucemia linfoblástica aguda é aumentado em 50%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A investigação está ainda numa fase preliminar e não deve ser tomada como verdade absoluta, sublinham os especialistas, que lembram, no entanto, que a evidência preliminar do estudo indica a necessidade de continuar a avaliar a ligação entre a leucemia infantil e alguns medicamentos para a fertilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2012-05-02 | 10:03 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: POP</description>
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  <pubDate>Fri, 20 Apr 2012 11:48:41 GMT</pubDate>
  <title>&quot;A maioria dos cancros, se for detectada de forma precoce, é tratável e curável&quot;, alertou especialista </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Sérgio Barroso, director do Serviço de Oncologia do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), considerou &quot;muito importante que as pessoas estejam informadas e recorram precocemente aos serviços de Saúde&quot;, para serem diagnosticadas.&quot;A maioria dos cancros, se for detectada de forma precoce, é tratável e curável. Só se forem detectados numa fase muito avançada&quot; é que &quot;as coisas são mais complicadas&quot; e &quot;muitos deles&quot; tornam-se &quot;incuráveis&quot;, avisou.O especialista falava à margem dos Encontros Oncológicos da Primavera, que decorrem em Évora, até domingo, e vão na 8.ª edição, sendo organizados pelo Serviço de Oncologia do HESE.Trata-se de &quot;uma das principais reuniões oncológicas a nível nacional&quot;, frisou, explicando que a iniciativa junta cerca de 720 profissionais da especialidade, médicos e não médicos, e oradores portugueses e estrangeiros.Segundo o responsável, a incidência do cancro &quot;tem vindo a aumentar&quot; em Portugal e, todos os anos, surgem &quot;mais de 40 mil novos casos e mais de 20 mil pessoas morrem&quot; devido aos vários tipos desta doença.&quot;Tem vindo a aumentar a incidência porque tem subido o número de alguns tipos de cancro&quot;, destacou.Quanto à mortalidade, ao longo dos anos, em alguns casos &quot;tem vindo a diminuir&quot;, mas noutros &quot;mantém-se mais ou menos estabilizada, dependendo dos tipos de tumores&quot;.No que toca ao Alentejo, aparecem na região &quot;entre 2.000 a 2.500 novos casos de cancro&quot;, anualmente, e &quot;morrem mais de mil doentes&quot;, referiu ainda o especialista.Sérgio Barroso destacou ainda que o Alentejo é uma das regiões, juntamente com o Centro, que tem &quot;a funcionar o número mais elevado de rastreios&quot; para detectar precocemente o cancro, mais precisamente três: cancro do recto, da mama e do colo do útero. Fonte: Correio da ManhãLink: &lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/cancro-mata-mais-de-20-mil-pessoas-por-ano-em-portugal&quot;&gt;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/notic&lt;wbr /&gt;ias/ultima-hora/cancro-mata-mais-de-20-m&lt;wbr /&gt;il-pessoas-por-ano-em-portugal&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 17 Apr 2012 14:01:41 GMT</pubDate>
  <title>Corrida Sempre Mulher decorre no próximo domingo </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Mulheres correm pelo apoio às mulheres com cancro da mamaNo dia 22 de abril, a Corrida Sempre Mulher volta às ruas de Lisboa, numa iniciativa que visa angariar fundos para a Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama (APAMCM). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corrida feminina não está, no entanto, vedada aos homens, que também poderão dar o seu apoio a esta iniciativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um percurso de 5km, desta vez a corrida vai ter partida e chegada na Praça dos Restauradores, em Lisboa, passando pela Avenida da Liberdade, Marquês de Pombal, Avenida Fontes Pereira de Melo, Avenida da República e retorno pelo mesmo percurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corrida tem início às 10h15, com uma aula coletiva de aquecimento.  Fonte: &lt;a href=&quot;http://mulher.sapo.pt/atualidade/noticias/corrida-sempre-mulher-decorre-1236768.html&quot;&gt;http://mulher.sapo.pt/atualidade/notici&lt;wbr /&gt;as/corrida-sempre-mulher-decorre-1236768.h&lt;wbr /&gt;tml&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 13 Apr 2012 09:38:17 GMT</pubDate>
  <title>Rosa Esperança - a não perder... </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt/isague/fotos/?uid=v7zRRhne95BgppICcrcC&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7a09b793/11425186_0hZVT.jpeg&quot; alt=&quot;579368_2643309177076_1686027366_1597110_247037291_&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 14 de Abril, no Cine-Teatro de Rio Maior, pelas 21:30, subirá ao palco pela última vez a peça Rosa Esperança. Ao fim de 3 anos a distribuir esperança, Alda Caetano, Manuela Matias, Manuela Almeida, Cacilda Germano, Carla Pedro, Cristina Vicente, Lucinda Almeida, entre outros gostariam de contar com a vossa presença.</description>
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  <pubDate>Thu, 12 Apr 2012 15:56:32 GMT</pubDate>
  <title>Matilde </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Às vezes até consigo esquecer que tive cancro, que o cancro mata...e que posso estar com a espada em cima da cabeça...mas quando ele ceifa mais uma vida...entra-me uma angustia...tão grande...até sempre Matilde...paz à sua alma...</description>
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  <pubDate>Thu, 05 Apr 2012 16:45:30 GMT</pubDate>
  <title>Anixinha </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Anixinha,Hoje dia do teu aniversário, recordo-te com saudade...um beijinho especial.Onde estás sei que olhas por nós...amigas do peito e coração...</description>
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  <pubDate>Wed, 04 Apr 2012 16:55:18 GMT</pubDate>
  <title>Ultima </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Faz precisamente hoje 4 anos que vi cair a última gota do tratamento Herceptin...Passado este tempo e Graças a Deus, não precisei de fazer mais nenhum tratamento...alguns sustos, mas não passou disso...Viva...</description>
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  <pubDate>Mon, 02 Apr 2012 14:10:19 GMT</pubDate>
  <title>Doentes oncológicos não são todos tratados da mesma forma </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/275432.html</link>
  <description>Francisco George falava durante a apresentação da ONCOagenda, um documento elaborado por 17 peritos em saúde e oncologia, no qual é defendido um financiamento das estruturas oncológicas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que se adapte ao tipo de tratamento de cada tumor.Para o diretor-geral da Saúde, todos os contributos  como este hoje apresentado  são bem-vindos.Temos de assegurar a equidade no acesso aos rastreios e ao tratamento do cancro, disse o especialista em saúde pública, reconhecendo que esta nem sempre existe em Portugal.A esse propósito, explicou que os rastreios não funcionam da mesma forma ao longo do país, nomeadamente a cancros como o do colo do útero, da próstata ou colon retal.Os cidadãos têm de ser diagnosticados e tratados da mesma forma, como têm direito, defendeu.Francisco George lembrou ainda que quase um quarto dos portugueses morre antes de atingir os 70 anos e que, para tal, contribui de forma importante o cancro.O responsável defendeu uma ação a três frentes: criação de normas de orientação em oncologia, a consolidação dos institutos portugueses de oncologia como instituições de referência e o reforço das redes regionais de proximidade dos carcinomas mais comuns.Na apresentação da ONCOagenda, o oncologista do IPO do Porto António Araújo lembrou os números dos mortos por cancro no mundo: 7,6 milhões em 2008 que aumentará para 17,6 milhões em 2030.No que diz respeito ao financiamento das estruturas oncológicas do SNS, o grupo de peritos que elaborou este documento considera que este não deverá ser de base capitacional nem deverá estar ligado a atos de saúde concretos, lê-se na proposta a que a Lusa teve acesso.Um preço compreensivo por patologia, segundo uma tabela nacional rigorosa de atos e procedimentos (custo versus pagamento), baseado em linhas de orientação clínicas nacionais, independente das pessoas e com estímulos diferenciadores (de acordo com o índice de procura/referenciação do médico de família), permitiria um financiamento mais real e mais adequado a cada centro, lê-se na proposta que os peritos vão entregar à tutela.Os especialistas consideram que esta forma de financiamento terá, necessariamente, que ter também em linha de conta o crescente uso das terapêuticas orais, devendo ser independente da forma ou local de administração (sistémica ou oral, em internamento ou ambulatório), e a utilização de cirurgia minimamente invasiva.Nesta lógica, permitir-se-ia que as terapêuticas mais recentes (habitualmente, mais dispendiosas) fossem usadas em ambientes controlados nos centros de referência, possuidores de uma experiência maior na investigação clínica.@Agência Lusa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/doentes-oncologicos-nao-sao-todo_3182.html&quot;&gt;http://noticias.sapo.pt/nacional/ar&lt;wbr /&gt;tigo/doentes-oncologicos-nao-sao-todo_31&lt;wbr /&gt;82.html&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 15 Mar 2012 12:38:56 GMT</pubDate>
  <title>A dar a conhecer o Projeto Cidade Viva de Susana Resende - Oliveira de Azeméis </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/275043.html</link>
  <description>Recebi este mail, e resolvi partilhar... __________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia.&lt;br /&gt;- Sou o pai da Susana Resende de Oliveira de Azeméis e a ser acompanhada no IPO do Porto.&lt;br /&gt;- Vimos por este meio dar a conhecer o &quot;Projeto Cidade Viva&quot; e qual o seu objetivo.&lt;br /&gt;- Obrigado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;................&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto Cidade Viva (visão futurista da Cidade de Azeméis) - «Vale a Pena Acreditar - O Cancro tem Cura»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como nasceu o Projeto e qual o seu objetivo?&lt;br /&gt;- Qual a importância dos AMIGOS no apoio à Susana e às outras &quot;Susanas&quot; espalhadas pelo mundo e portadoras desta doença «O Cancro»?&lt;br /&gt;- «As amarras da Vida» nome atribuído à escultura no mural e o que eu como PAI da Susana, tento transmitir às pessoas.&lt;br /&gt;- O que você pode fazer para levar o mais longe possível este Projeto, «Seja um Voluntário».</description>
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  <pubDate>Fri, 02 Mar 2012 15:08:43 GMT</pubDate>
  <title>Enfrentar o cancro aos 17 anos </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/274696.html</link>
  <description>Vale a pena ler&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://saude.sapo.pt/saude-medicina/medicacao-doencas/testemunhos-casos-reais/enfrentar-o-cancro-aos-20-anos.html&quot;&gt;http://saude.sapo.pt/saude-medicina/med&lt;wbr /&gt;icacao-doencas/testemunhos-casos-reais/e&lt;wbr /&gt;nfrentar-o-cancro-aos-20-anos.html&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 Feb 2012 16:51:19 GMT</pubDate>
  <title>Agora já não se pode ser saudável??? </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/274553.html</link>
  <description>Utentes que não usem centros de saúde durante três anos sairão das listas&lt;br /&gt;Os utentes que não recorrerem a um centro de saúde durante três anos serão expurgados da lista.&lt;br /&gt;Segundo a edição de hoje do Público, o agrupamento dos Centros de Saúde Grande Lisboa II – Lisboa Oriental já está a testar esta medida, numa experiência-piloto que deverá ser alargada mais tarde às restantes unidades da região de Lisboa e, posteriormente, a todo o país e que prevê a retirada dos utentes que não frequentem há três anos o centro de saúde onde estão inscritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Vieira, porta-voz do ministro da Saúde, Paulo Macedo, disse àquele jornal que a experiência piloto enquadra-se “na necessidade de expurgar as listas de utentes dos centros de saúde”, com o objectivo de retirar, “com a rapidez necessária, as inscrições de cidadãos entretanto falecidos ou de inscrições redundantes e criar uma lista de utentes passivos, isto é, de cidadãos que recorrem ao SNS por um prazo determinado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante da tutela garante, porém, que apesar de os utentes serem expurgados das listas “não lhes é retirado qualquer direito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diário Digital com Lusa</description>
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  <pubDate>Wed, 15 Feb 2012 12:38:00 GMT</pubDate>
  <title>Fátima Cardoso em entrevista </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/274231.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;title&quot;&gt;Visitando a pagina do Sapo Mulher, deparei-me com esta entrevista interessante:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;title&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;title&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;posttext&quot;&gt;Conheça a médica e investigadora que quer mudar o tratamento do cancro da mama avançado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incidência do cancro da mama, uma doença que mata todos os dias três mulheres em Portugal, continua a crescer em todas as faixas etárias, apesar de ser mais frequente nas mulheres depois da menopausa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem o diz é Fátima Cardoso que dirige o Programa de Investigação do Cancro da Mama e a Unidade da Mama do Centro de Cancro Champalimaud, em Lisboa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cancro da mama avançado tem sido uma das suas preocupações e foi o mote para esta conversa, onde nos revelou, entre outras coisas, as recomendações da primeira Advanced Breast Cancer Consensus Conference (ABC1), que pretende equiparar a qualidade do tratamento do cancro da mama avançado ao do precoce para que a sobrevida dos doentes aumente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na conferência ABC1, que reuniu em Lisboa especialistas mundiais, foram feitas recomendações para o tratamento do cancro da mama avançado. Por que razão houve necessidade de as emitir? &lt;br /&gt;Contrariamente ao que acontece com o cancro da mama precoce, para o qual existem recomendações internacionais desde os anos 70, no cancro da mama avançado ainda prevalece a ideia de que, como este último é incurável e existem menos tratamentos standard, os médicos podem tratar a doença como acham melhor. Contudo, já foi demonstrado por estudos, que o uso de recomendações internacionais aumenta a sobrevida dos doentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as recomendações principais?&lt;br /&gt;Aplicar no cancro da mama avançado os princípios da oncologia moderna usados no precoce. Por exemplo, a abordagem tem de ser multidisciplinar porque existem terapias muito específicas para as diferentes metástases e o doente só tem a beneficiar se for acompanhado por vários especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque defendem a criação de unidades de cancro da mama?&lt;br /&gt;O melhor tratamento é dado nas unidades especializadas e, apesar da União Europeia recomendar a sua criação até 2016, queremos transformar essa recomendação em lei para que os doentes sejam tratados pelos especialistas mais adequados. Os estudos mostram que há uma diferença enorme na sobrevida caso um doente com cancro da mama precoce seja operado por um cirurgião que faz menos de cinco destas operações por ano ou mais de 50. A experiência é muito importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também querem fomentar os cuidados de suporte e paliativos.&lt;br /&gt;São fundamentais para que os doentes tenham uma melhor qualidade de vida, suportem melhor os outros tratamentos e controlem a dor. E, hoje, mesmo nos países ditos desenvolvidos como Portugal, alguns doentes não têm acesso fácil ao controlo da dor, nomeadamente, à morfina. &lt;br /&gt;E para os tratamentos o que recomendam?&lt;br /&gt;Cada subtipo de cancro da mama deve ter um tratamento específico como se faz no cancro da mama precoce. Além disso, há muito poucas situações em que é necessário associar medicamentos de quimioterapia. Estudos mostram que o seu uso sequencial tem a mesma eficácia e é mais bem tolerado. Quanto mais tempo conseguirmos controlar a doença sem passar para outro tratamento, mais tempo ganhamos em cada passo terapêutico e guardamos as armas para as usar de forma sequencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderá ser o caminho para o tornar uma doença crónica?&lt;br /&gt;No cancro da mama avançado, o nosso objetivo não é a cura porque esta não existe, mas é transformá-lo, se possível, numa doença crónica que evolua lentamente, seguindo o tratamento que tenha os menores efeitos secundários para que o doente possa viver mais e com melhor qualidade de vida. Em média, a sobrevida dos doentes é de dois a três anos, mas temos doentes que vivem oito ou nove anos e o nosso objetivo é continuar a investigar para que a maioria viva mais de dez anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cancro da mama avançado é predominante em alguma faixa etária?&lt;br /&gt;Pode ser diagnosticado em qualquer idade. Apenas em dez por cento dos casos o diagnóstico é feito já num estado avançado. A maioria surge numa recidiva, que pode ocorrer em cerca de 30 por cento dos doentes com cancro da mama precoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é que isso acontece?&lt;br /&gt;Porque, apesar dos tratamentos realizados, algumas células cancerígenas permanecem no organismo. Como são muito poucas e pequenas não são detetadas por nenhum teste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando acordam originam as metástases ou recidivas. Isso pode acontecer rapidamente, nos tumores mais agressivos, mas também 15 ou 20 anos depois do diagnóstico inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então falar de cura mesmo no cancro da mama precoce é errado?&lt;br /&gt;Temos de ter cuidado com a palavra cura e transmitir a noção de que a doença implica uma vigilância para o resto da vida. Não se deve pensar nisso todos os dias, mas não se deve descurar o seguimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Food and Drug Administration (FDA) proibiu o uso do bevacizumab nos tratamentos do cancro da mama em estado avançado. O que pensa disso?&lt;br /&gt;É algo difícil de compreender, até para nós médicos, que existam duas entidades reguladoras, a FDA e a EMEA (Agência Europeia de Medicamentos), e baseadas nos mesmos dados, a primeira retirou a licença para o cancro da mama e a segunda ainda não. O primeiro estudo feito com este medicamento para o cancro da mama avançado mostrou um benefício importante, mas os seguintes demonstraram que o benefício é muito menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os pacientes têm razão para recear o medicamento?&lt;br /&gt;Segundo a recomendação que saiu da ABC1, este medicamento deve ser administrado a um pequeno grupo de doentes que esteja sintomático e tenha uma doença agressiva, para quem os benefícios são superiores aos efeitos secundários. É importante identificar marcadores preditivos para saber quem beneficia deste medicamento que pode ter efeitos secundários importantes e é muito caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que tem de mudar em Portugal para que essas recomendações sejam seguidas?&lt;br /&gt;Ao centramo-nos em princípios e não em tipo de medicamentos, tentamos fazer com que as nossas recomendações possam ser aplicadas em qualquer parte do mundo. É claro que nos países mais ricos os doentes terão acesso a uma maior variedade de tratamentos. Infelizmente essas diferenças existem também dentro de cada país, pois no setor privado há acesso a mais tratamentos do que no público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como é que isso se pode alterar?&lt;br /&gt;Tem de se estudar o custo/benefício, não se deve olhar só para o preço do medicamento. Se um fármaco provoca menos efeitos secundários, faz com que o doente vá menos vezes ao hospital e é administrado mais facilmente, o seu preço é compensado pela redução dos outros custos. Fiquei um pouco desiludida com o facto de, nos hospitais públicos nacionais, ainda se usarem medicamentos que já não uso há dez anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Centro Champalimaud vai mudar forma como se faz a investigação na área do cancro em Portugal?&lt;br /&gt;Como em qualquer local, não se pode fazer investigação isolada, pelo menos a clínica e a translacional, a que faz a ponte entre o laboratório e a clínica. As equipas têm de ser multi-institucionais e multinacionais, por isso, queremos pertencer a redes de investigação nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já há uma articulação com os hospitais?&lt;br /&gt;Recentemente, no Congresso Nacional de Oncologia, eu e colegas de outros hospitais falámos na necessidade de criar um grupo português do cancro da mama, para trabalharmos em conjunto, tal como já se faz para o cancro da cabeça e do pescoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que falta para isso acontecer?&lt;br /&gt;Organização e saber trabalhar em conjunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando conseguirmos fazer isso, estaremos na mesma posição que os outros países europeus e poderemos participar mais ativamente nos estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estão a assistir doentes na Unidade da Mama do Centro Champalimaud?&lt;br /&gt;A Unidade da Mama abriu no verão, mas ainda não temos todos os serviços necessários abertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos imagiologia, medicina nuclear cirurgia, radioterapia, serviço de enfermagem, oncologia médica e anatomia patológica. Os casos são discutidos e as decisões tomadas no seio de uma equipa multidisciplinar. Em breve, teremos oncopsicologia, isto é, apoio psicológico especializado para doentes oncológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando assumiu a sua função no Centro disse que ia apostar na investigação dos marcadores de prognóstico e preditivos. Continua a ser a sua aposta?&lt;br /&gt;Essa tem sido a minha área de investigação na última década, mas aqui ainda só estamos a fazer investigação clínica. Em relação aos marcadores, estou à espera dos resultados do grande estudo para o cancro da mama precoce (MINDACT) que ajudei a coordenar a nível europeu e que reuniu 6.600 doentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a importância desses marcadores?&lt;br /&gt;Ajudam-nos a distinguir os doentes com cancro da mama precoce que não necessitam de tratamento dos que precisam e, dentro destas, qual o melhor para cada um. Os métodos que temos, hoje, ainda são limitados, mas os novos testes genómicos, que avaliam os genes do tumor, são fundamentais. Embora sejam caros, terão uma relação custo/benefício elevado porque permitem diminuir o recurso à quimioterapia em dez a 15 por cento, que é mais cara do que o teste. E mais importante, evita-se que os doentes, que não necessitem de quimioterapia, passem por todos os efeitos secundários que esta provoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Infarmed revelou recentemente que a aplicação de ácido hialurónico nos seios pode dificultar a interpretação de mamografias. Qual é a sua opinião?&lt;br /&gt;As próteses podem dificultar a visibilidade das mamografias, mas também não podemos proibir as mulheres de as colocarem. Estas devem é de ter a consciência de que têm de fazer uma vigilância ainda mais cuidada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estilos de vida saudáveis&lt;br /&gt;Os conselhos de Fátima Cardoso para uma vida mais sã:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentação&lt;br /&gt;Neste âmbito, a única coisa que sabemos é que uma dieta rica em gorduras aumenta o risco de cancro da mama e do cólon, além do risco cardiovascular. A mensagem principal é que não há nada que seja proibido nem há nada que se tenha de comer às toneladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álcool&lt;br /&gt;O consumo de álcool está associado a um aumento de risco do cancro da mama, e quanto maior o consumo maior é o risco. No entanto, a nível cardiovascular um consumo moderado até faz bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tabaco&lt;br /&gt;Não está diretamente relacionado com o cancro da mama como está com o pulmão, língua, laringe, esófago, bexiga, pâncreas entre muitos outros. No entanto, sabe-se que aumenta o risco de recidiva nas pessoas que já tiveram cancro da mama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O percurso de Fátima Cardoso&lt;br /&gt;Após ter exercido durante dez anos o cargo de Professora Assistente no Serviço de Oncologia Médica do Instituto Jules Bordet, em Bruxelas, onde para além do trabalho clínico era responsável pela investigação clínica no cancro da mama e membro da Unidade de Investigação Translacional, em 2010, assumiu a direção do Programa de Investigação do Cancro da Mama e da Unidade da Mama do Centro de Cancro Champalimaud. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu caminho iniciou-se na Universidade do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi lá que se licenciou em Medicina, tendo-se especializado em Oncologia Médica. Dedica-se ao estudo da biologia do cancro da mama, dos marcadores de prognóstico preditivos e das respostas da terapia sistémica. É coordenadora do Programa de Cancro da Mama da Escola Europeia de Oncologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a galeria de imagens Auto-exame mamário (&lt;a href=&quot;http://mulher.sapo.pt/fotos-videos/galerias-de-fotos-2/?id=1197250&amp;amp;&quot;&gt;http://mulher.sapo.pt/fotos-videos/galer&lt;wbr /&gt;ias-de-fotos-2/?id=1197250&amp;amp;&lt;/a&gt;), onde encontrará os cuidados de palpação essenciais para a prevenção do cancro da mama, uma das principais áreas de investigação desta profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: Rita Caetano / Revista SABER VIVER&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&lt;a href=&quot;http://mulher.sapo.pt/atualidade/entrevistas/fatima-cardoso-em-entrevista-1218121.html&quot;&gt;http://mulher.sapo.pt/atualidade/entrevi&lt;wbr /&gt;stas/fatima-cardoso-em-entrevista-121812&lt;wbr /&gt;1.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 10 Feb 2012 15:21:12 GMT</pubDate>
  <title>0,5% do seu IRS | Ajude a APAM Cancro Mama </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt/isague/fotos/?uid=jSKvYabOPU8fJD384v76&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb007f3ac/10196813_iMhj0.gif&quot; alt=&quot;image001.gif&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt/isague/fotos/?uid=PFc0vFuPwyACecFViVnm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1b07f204/10196818_jgwJc.png&quot; alt=&quot;05 IRS PNG.png&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel. 21 7585648 |  Fax. 21 7568910 | www.apamcm.org &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Largo Dr. Bernardino António Gomes (Pai), nº 177-E 1100-209 Lisboa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NIF nº 504337823 | IPSS com fins de Saude| Pessoa Colectiva de Utlidade Pública</description>
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  <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:45:12 GMT</pubDate>
  <title>Transporte grátis para tratar cancro  </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Paulo Macedo lembrou que o transporte gratuito dos doentes é garantido apenas quando há prescrição médica, ou em casos de insuficiência económica. &quot;Os tratamentos de radioterapia e quimioterapia passam a ser classificados de tratamento prolongado e os doentes de cancro vão poder beneficiar do transporte&quot;, afirmou o ministro, numa audiência na Comissão Parlamentar de Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os doentes oncológicos não estavam abrangidos pelo direito ao transporte gratuito, o que levou os médicos a alertar para o grave risco, para a saúde dos pacientes, por não poderem deslocar-se às unidades de saúde pelos próprios meios. Nalguns casos, as viagens para tratamento obrigavam a percorrer dezenas de quilómetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma circular da Administração Central dos Sistemas de Saúde, de 30 de Janeiro, refere que os doentes de cancro e os que têm um grau de incapacidade igual ou superior a 60% estão isentos da taxa moderadora, bastando apresentar o atestado médico de incapacidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Correio da Manhã</description>
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  <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:29:05 GMT</pubDate>
  <title>Filme de apresentação do livro TOPLESS </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/273606.html</link>
  <description>&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt/isague/fotos/?uid=W0n4lfs02oKz9OWlZHGB&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc3076d52/10142041_SBZNQ.jpeg&quot; alt=&quot;373336_307371385967607_1434555446_n.jpg&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evelyn é jovem e saudável, tem um bom emprego e um casamento feliz com o Tino..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, uma nuvem paira sobre a sua vida. Quanto tempo mais poderia levar a vida despreocupadamente? Fazer desporto, planear uma família ou até mesmo viver sem planos – era apenas uma questão de anos, de meses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe, duas tias e uma tia-avó partilharam o mesmo destino: todas elas morreram, ainda muito jovens, de cancro da mama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um teste genético, Evelyn soube que havia uma grande probabilidade de o cancro da mama se manifestar muito em breve. E existia apenas uma hipótese de reduzir, quase por completo, o enorme risco de cancro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evelyn tomou, enquanto mulher jovem e saudável, uma decisão radical… conheça esta história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=cTSnxUB5vcM&amp;feature=player_embedded&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=cTSnxUB5&lt;wbr /&gt;vcM&amp;feature=player_embedded&lt;/a&gt;#!</description>
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  <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:26:25 GMT</pubDate>
  <title>Cancro Heriditário </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/273376.html</link>
  <description>Sabia que o cancro pode passar de pais para filhos?&lt;br /&gt;Tal como acontece com a cor dos olhos ou do cabelo, também é possível herdar geneticamente a predisposição para determinados tipos de cancro.&lt;br /&gt;Mais informação em Evita: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.evitacancro.org/&quot;&gt;http://www.evitacancro.org/&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:21:04 GMT</pubDate>
  <title>IPO de Lisboa inaugura área renovada da Clínica da Mama </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>&lt;a href=&quot;http://sicnoticias.sapo.pt/vida/article1275149.ece&quot;&gt;http://sicnoticias.sapo.pt/vida/article&lt;wbr /&gt;1275149.ece&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:25:11 GMT</pubDate>
  <title>Alerta </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>Hoje a minha chamada de atenção, vai para aquelas pessoas que tem nódulos nas mamas e tem que andar sobre vigília, é para andarem mesmo. Muita gente deixa passar largamente os prazos que os médicos lhes pedem, por desleixo, por não apetecer, por esquecimento...nem sempre é mau, mas arriscado é sempre e nada melhor que cumprir à risca os exames que estão ao nosso dispor para despistar qualquer doença.&lt;br /&gt;Cuide de si, previna-se.</description>
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  <pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:25:13 GMT</pubDate>
  <title>20-01-2006 - a minha primeira quimioterapia </title>
  <author>Isa</author>
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  <description>A minha primeira quimio, foi neste dia ás 12h +-, já n lembro bem da hora.&lt;br /&gt;Num dia saber que se tem um cancro de mama e no dia seguinte começar a fazer quimio, é não só assustador a nível emocional, como dá que pensar, porquê tanta pressa, e foi isso tudo que me ficou...neste dia, mas fui de cabeça erguida e sempre com o pensamento que me ia safar, ia simplesmente dar um ano à doença, para ficar tudo bem.&lt;br /&gt;Aquela coisa gelada a entrar e a percorrer-me as veias...&lt;br /&gt;a soneira que me deu...&lt;br /&gt;e os dias a seguir a queda do cabelo...&lt;br /&gt;Acho que quem passa por isto, tem sempre a esperança que o cabelo não vai cair, mesmo a dizerem.lhe que cai. E eu n fugi à regra...mas caiu, passados 18 dias, estava a fazer pente 4, pois já caia muito e  depois pente 0.&lt;br /&gt;É verdade lembro-me sempre das datas..mesmo as menos boas...é que foram elas que me fizeram chegar ao dia de hoje...e estou grata aos tratamentos terem feito efeito e me darem a oportunidade de ainda viver tanta coisa boa...e muitas mais coisas boas me esperam, é nisso que acredito.</description>
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  <pubDate>Thu, 19 Jan 2012 10:14:39 GMT</pubDate>
  <title>Os meus testemunhos ao longo destes 6 anos </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/272368.html</link>
  <description>Blog vida 2007: &lt;a href=&quot;http://isabelguerreiro.blogs.sapo.pt/133430.html&quot;&gt;http://isabelguerreiro.blogs.sapo.pt/13&lt;wbr /&gt;3430.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Blog vida 2008: &lt;a href=&quot;http://isabelguerreiro.blogs.sapo.pt/133430.html&quot;&gt;http://isabelguerreiro.blogs.sapo.pt/13&lt;wbr /&gt;3430.html&lt;/a&gt;      &lt;br /&gt;Blog Luz 2008: &lt;a href=&quot;http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/90645.html&quot;&gt;http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.p&lt;wbr /&gt;t/90645.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Blog Vida 2009: &lt;a href=&quot;http://isabelguerreiro.blogs.sapo.pt/391333.html&quot;&gt;http://isabelguerreiro.blogs.sapo.pt/39&lt;wbr /&gt;1333.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Blog Luz 2009: &lt;a href=&quot;http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/144142.html&quot;&gt;http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.p&lt;wbr /&gt;t/144142.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Blog Vida 2010: não escrevi nada sobre o assunto&lt;br /&gt;Blog Luz 2010: &lt;a href=&quot;http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/209575.html&quot;&gt;http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.p&lt;wbr /&gt;t/209575.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Blog vida 2011:&lt;a href=&quot;http://isabelguerreiro.blogs.sapo.pt/502115.html&quot;&gt;http://isabelguerreiro.blogs.sapo.p&lt;wbr /&gt;t/502115.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Blog Luz 2011: &lt;a href=&quot;http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/257954.html&quot;&gt;http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.p&lt;wbr /&gt;t/257954.html&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 19 Jan 2012 09:52:41 GMT</pubDate>
  <title>O primeiro dia do resto da minha vida... </title>
  <author>Isa</author>
  <link>http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/272015.html</link>
  <description>Faz hoje 6 anos, que vivi talvez um dos dias mais tristes...chorei, gritei...fiquei decepcionada com a vida...pus tudo em causa...&lt;br /&gt;Apesar de quase ter a certeza do veredicto....tinha esperança...como qualquer pessoa tem esperança, que as coisas não sejam tão feias como se prevê...&lt;br /&gt;Até á altura no alto dos meus 35 anos, não pensava na morte...vivia a vidinha cheia de sonhos ...sonhos sempre com o alcance de dias melhores...&lt;br /&gt;E naquele dia veio tudo a baixo, como costumo dizer o mundo cai-me em cima...&lt;br /&gt;E depois vamos buscar forças não sei onde, forças escondidas, guardada, precisamente para estes momentos da vida...&lt;br /&gt;E no dia seguinte pelas 9 horas da manhã depois da sentença com direito a tudo (quimioterapia, mastectomia unilateral radical, radioterapia), do dia anterior, estava de cabeça erguida para começar a luta...&lt;br /&gt;Há muitos mais pormenores que me lembro mas o que tenho sempre que reter...é que fui a baixo, mas levantei-me...e consegui...não foi só mérito meu...foi dos que já amava e que me ajudaram...dos que apareceram entretanto que também ajudaram, dos que não estiveram presentes e que não fizeram falta..., dos médicos, dos enfermeiros, dos auxiliares...e de Deus, que também sinto que me ajudou....e sorte..também fui bafejada pela sorte...&lt;br /&gt;E sem dúvida nenhuma adoro viver ...&lt;br /&gt;Viva a mais um ano que passou...&lt;br /&gt;Viva a vida...</description>
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