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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Médicos do IPO falham diagnóstico - in correio da manhã

Florival Revez tinha 65 anos quando, em 2005, foi operado a um tumor no cólon no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa. Após a cirurgia, a médica sugeriu-lhe, em Outubro desse ano, que realizasse análises periódicas e que regressasse à consulta um ano depois.

 

'Na consulta fiquei transtornado porque a médica disse-me que as análises de Junho não eram famosas', conta Florival Revez ao CM.

O doente foi então encaminhado para a consulta de grupo onde vários especialistas analisam a situação. 'No início de 2007 disseram-me que tinha nódulos nos pulmões e que deveria ser operado duas vezes, uma a cada pulmão. Mandaram-me para a Pneumologia', conta. Em Setembro de 2007, o cirurgião cardio-torácico contraria os colegas e desaconselha a operação. 'O médico explicou-me que o cancro não era nos pulmões e que se existisse algum nódulo seria microscópico', recorda.

No final de 2007 a médica de família de Florival enviou-o de urgência ao IPO. Tinha realizado análises em dois laboratórios distintos e estas acusavam valores tumorais alterados. 'O IPO quis repetir as análises e só em Fevereiro de 2008 é que me chamaram'. Nessa altura, os médicos concluíram que afinal o problema do paciente era no fígado e não nos pulmões.

'Como é possível enganarem-se desta maneira? Dizem-me que o cancro é nos pulmões e afinal é no fígado?', questiona.

Florival Revez desesperou com o facto de ter de esperar meses para fazer novos exames e optou pela medicina privada, onde foi operado com sucesso: 'Tinha um cancro latente desde 2006. Não podia esperar mais ou correr o risco de enganos'.

Contactado pelo CM, o IPO declarou que 'não houve qualquer troca nos achados que foram comunicados ao doente'. No entanto, esta situação está a ser investigada pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde.

APONTAMENTOS

SEM RESPOSTA

Em Setembro de 2008 o doente enviou uma carta ao IPO mas ainda não teve resposta do Instituto de Oncologia.

QUIMIOTERAPIA

Os tratamentos do doente são realizados num hospital público de Lisboa, que não o IPO.

Postado por Isa às 09:59
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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

VIVER COM MAIS SAÚDE

O Sector de Desporto da Câmara Municipal de Beja, através do seu gabinete de Actividades e Formação promove no âmbito do sub-programa "VIVER COM MAIS SAÚDE" , o projecto "Desporto no Parque" destinada a todos os munícipes do concelho e que terá programação  regular de Janeiro a Dezembro de 2009. As actividades terão o Parque da Cidade como local de prática ou de concentração em função da natureza das mesmas.
 
Para o próximo dia 25 de Janeiro (domingo) está agendada a concentração (9h30) da primeira de muitas actividades que decorrerão semanalmente apartir das 10:00h no Parque da Cidade. Assim como estamos em pleno início de ano, nada melhor que iniciá-lo com uma CAMINHADA, que contempla dois percursos, um de 4,5km e outro de 8km para os mais resistentes, com abastecimento sólido e líquido no decurso dos mesmos.
 
No final dos percursos já no parque, haverá lugar a uma sessão de stretching (flexibilidade passiva)para todos os participantes, actividade esta de recuperação, após percorrermos alguns quílometros, bem assim como a ingestão de líquidos e sólidos adequada ao complemento físico.

Colaboram na iniciativa o Centro Social do Lidador, a Rede Social do Concelho,a Unidade de Saúde Pública de Beja, sendo o patrocínio oficial da iniciativa a cargo da Cooperativa de Consumo e Proletário Alentejano.
Postado por Isa às 10:17
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Sexo é importante na reabilitação

A preocupação com o sexo após o câncro da mama é uma das questões base desta vivência.

Os seios são, desde sempre, uma das partes do corpo mais valorizadas sexualmente por homens e mulheres. Qualquer ideal de beleza feminina contempla seios bonitos e firmes. São uma das «fontes» de prazer durante os preliminares e ao longo do acto sexual em si.

Tendo em conta este quadro, amputar um seio pode ser, a todos os níveis, uma experiência traumatizante, após a qual se inicia um processo complicado de recuperação e de adaptação da mulher à sua nova imagem. É preciso muito esforço e força de vontade para enfrentar esta perda.

Muitas mulheres simplesmente não sabem como reagir. «Algumas resolvem isolar-se, esconder-se, deixam inclusivamente de ir à praia. Outras recorrem a métodos estranhos para substituir o volume que antes era preenchido pela mama, ou então passam a vestir-se de maneira nada condizente com a sua idade, com o objectivo de esconder o seu corpo e não perder assim o seu encanto e charme pessoais», explica a Dr.ª Catarina Mexia, psicóloga.

O sexo como reabilitação da mulher

Quando a mulher se vê confrontada pela primeira vez com a assustadora realidade de um cancro, provavelmente as suas preocupações iniciais voltam-se mais para a sua sobrevivência. Mas, logo que foi aplicado o tratamento, outra questão se torna crucial — até que ponto é que a vida destas mulheres volta ao normal, mesmo que o cancro tenha sido controlado.

E para quê falar em sexo, quando esteve em causa a sua vida? O sexo no casal entra neste cenário como um aspecto bastante importante para a reabilitação da mulher. «A existência de uma sexualidade idêntica à que havia antes da cirurgia torna-se fundamental para o retomar de uma vida normal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida», afiança a psicóloga.

A faixa etária de incidência deste tipo de doença é cada vez mais baixa, acompanhada de uma esperança de vida cada vez mais longa. Logo, é natural que o casal queira continuar a sua vida sexual, desde que agradável e gratificante para os dois.

«O pior inimigo de uma sexualidade saudável é o silêncio. É sempre embaraçante falar com o médico sobre como retomar a actividade sexual. É necessário dar o passo em frente e discutir com o médico o tema da sexualidade, da mesma forma com que se discutem os problemas de alimentação ou do regresso ao trabalho. Sem excluir o seu marido ou companheiro deste diálogo, porque ele também será invadido por receios e questões», afirma Catarina Mexia.

Informação acerca dos efeitos do tratamento do cancro sobre as diversas etapas do acto sexual ajuda naturalmente o casal a compreender as alterações fisiológicas e psicológicas que podem ocorrer nesta situação.

 

Prazer mantém-se

Há que salientar que, apesar de todos os efeitos do cancro ou do seu tratamento, a capacidade de sentir prazer através do toque nunca desaparece. E a sua preservação poderá facilitar a manutenção do interesse e da auto-estima da mulher.

Uma das grandes consequências de uma mastectomia na vida sexual de uma mulher é a deterioração dos seus sentimentos e da sua percepção de continuar a ser uma mulher atractiva. «A remoção de um seio pode deixar a mulher insegura acerca da aceitação pelo seu parceiro e do grau de desejo que ainda possa criar, porque todos fomos ensinados a encarar os seios como uma parte essencial da beleza e feminilidade de uma mulher», salienta a psicóloga.

O peito e os mamilos são fontes importantes de prazer para muitas mulheres, acariciá-los durante os preliminares é muito frequente. O tratamento local de formas menos dispersas de cancro pode afectar a sensibilidade do seio e, consequentemente, alterar ou anular o prazer extraído desse contacto. Por vezes, a dor pode estar presente e é fundamental que a mulher seja capaz de partilhá-la com o seu parceiro, de forma que em conjunto encontrem novos pontos de excitação mútua.

Mastectomia "não é o fim do mundo"

Numa mastectomia radical todo o seio é retirado. Embora algumas mulheres tenham prazer ao ser acariciadas na área em redor da cicatriz, outras preferem não ser tocadas e afastam todas as carícias dos seios dos jogos amorosos. Porque sofrem de dor crónica na parte superior do peito e ombros. Situação que pode ser aliviada se forem utilizadas almofadas como suporte dessas áreas durante o acto sexual.

Eventualmente, será necessário «descobrir» em conjunto novas posições durante o acto sexual. É fundamental manter um espírito aberto para estas alterações e tentar tirar o maior partido da situação, adoptando novas formas de relacionamento sexual.

O que pode esperar uma mulher que gostaria de retomar a sua vida sexual? Pode sentir receio de que o acto sexual seja doloroso ou que nunca mais consiga um orgasmo. «Os primeiros contactos podem ser pouco encorajadores, mas da mesma forma que começamos a gostar do sexo, como parte integrante do nosso crescimento, podemos voltar a fazê-lo na intimidade do casal, e voltar a ter prazer mesmo depois de uma mastectomia radical», conclui Catarina Mexia.

É importante lembrar-se que fazer uma mastectomia não é «o fim do mundo» e que a sua vida sexual pode ser tão boa como era até então. Tente obter a compreensão do seu companheiro, pois, assim será mais fácil enfrentar a dois o desafio. Se necessário, pode recorrer a ajuda médica e há mesmo a possibilidade de fazer psicoterapia.

Dr.ª Catarina Mexia, Psicóloga

in Sapo Saúde


Postado por Isa às 12:11
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