"Sair de um blog sem comentar é como visitar alguém e ir embora sem se despedir..."
Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Carla Dias

Hoje a Carla Dias, está de Parabéns...é o dia do seu aniversário...

 

Que tua vida seja sempre marcada por bons momentos. Parabéns.

 

 

 

 

 

 

Postado por Isa às 00:01
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Depois da Masctectomia

A reconstrução cirúrgica e estética da mama é uma realidade para quem é o primeiro passo para ultrapassar uma das mais difíceis etapas da doença.

 

Por Natacha Gonzaga Borges

 

Para a mulher, a perda de uma ou de ambas as mamas pode representar uma mutilação com repercussões psicológicas, sociais e familiares de grande intensidade. Qualquer ideal de beleza feminina contempla seios bonitos e firmes. Por este motivo, a mastectomia constitui, invariavelmente, uma das mais difíceis etapas de ultrapassar num processo de cancro da mama.

Um facto incontornável é que a incidência da patologia está a aumentar, sendo actualmente responsável por cerca de 360 mil novos casos na Europa, todos os anos. O cancro da mama é, aliás, a forma mais comum deste tipo de patologia entre as mulheres, constituindo a primeira causa de morte entre os 35 e os 55 anos, de acordo com a Sociedade Portuguesa de Senologia.

Todos os anos surgem em Portugal mais de 4000 novos casos e morrem 1500 pessoas vítimas desta doença que, quase sempre, inclui actos cirúrgicos no seu tratamento. Na maioria dos casos, contudo, as pacientes podem ser reabilitadas através da reconstrução cirúrgica e do implante de próteses. Com resultados muito animadores.

Uma mastectomia implica a remoção total da mama. Já num tratamento conservador é apenas efectuada uma remoção parcial de um quadrante – esvaziamento da axila onde se encontra localizado o tumor, o que permite manter grande parte da mesma (mais de dois terços), sendo posteriormente submetida a radiações.

No entanto, o tratamento conservador é apenas usado em algumas mulheres, porque a mama restante pode continuar a inspirar preocupação. A decisão de proceder a uma mastectomia depende de critérios clínicos, imagiológicos e de prognóstico, mas também do próprio doente.

“Se é efectuado um tratamento conservador que irá sujeitar uma mulher na casa dos 20 ou 30 anos a radiações, o médico terá de ponderar com a doente se esta será capaz de seguir um controlo clínico apertado, antes da tomada de decisão”, explica José Rosa, especialista em cirurgia plástica, reconstrutiva e estética.

Se a decisão clínica apontar para a necessidade de realização de uma mastectomia, as pacientes podem ser posteriormente reabilitadas quer através da reconstrução cirúrgica mamária com tecidos da própria paciente ou com recurso a próteses.

“São poucos os casos em que a reconstrução não se deve fazer: ou por doença avançada e com prognóstico grave ou por insuficiente motivação da paciente para a reconstrução. Qualquer pessoa mastectomizada tem, à partida, a possibilidade de a poder efectuar (faz parte dos protocolos de tratamento do cancro da mama). E, na generalidade das situações, a reconstrução da mama pode ser planeada e efectuada de imediato”, afirma José Rosa. Contudo, o cirurgião reconhece que muitas mulheres ainda permanecem meses em listas de espera hospitalares, às vezes, anos.

Quando existem factores de risco para a mulher, a reconstrução pode ser decidida à posteriori, após avaliação em consulta multidisciplinar, habitualmente composta por um especialista em oncologia médica, um cirurgião, um psiquiatra ou psicólogo e o próprio doente.

Nos casos de mastectomia em que subsiste pele e músculo suficientes, procede-se frequentemente à introdução imediata de prótese submuscular. Existem vários tipos de próteses com texturas diversas, de volu- me fixo ou variável.

Se não, após a mastectomia é colocada uma prótese expansora, na qual é feito um enchimento com soro fisiológico, ao longo de semanas. O volume de expansão será superior ao volume final pretendido, de forma que, após a sua redução, os tecidos distendidos se aproximem dos da outra mama.

Decorridos dois a três meses, a prótese expansora é substituída por uma prótese definitiva. Actualmente, as mais usadas são as de silicone gel coesivo.

Os retalhos estão indicados e são a única solução quando a prótese não é necessária ou está contra-indicada. Uma cirurgia com retalhos mais pequenos da face anterior do tórax pode facilitar a cobertura de uma prótese. Outras cirurgias, mais morosas, podem fazer-se com retalhos da parede posterior do tórax (grande dorsal) ou do abdómen. O cirurgião pode efectuar o máximo no mesmo tempo cirúrgico mas, muitas vezes, são necessárias duas operações: uma grande cirurgia e retoques, daí a algum tempo.

“O número médio é de 2,8 cirurgias em cada mulher mastectomizada, ao fim de 10 anos. A primeira intervenção pode ter ficado bem e ao fim de uns anos a mama boa ter descaído, e a tratada não; ter aumentado ou diminuído, e haver a necessidade de retoques. Desta vez, pequenas ou médias intervenções, com anestesia local”, adianta o cirurgião José Rosa.

O grande dorsal proporciona um volume de tecidos com boa circulação que podem ser transpostos para a face anterior do tórax. Quando esse volume é insuficiente pode ser complementado com a introdução de uma prótese.

 

Já os tecidos do abdómen estão frequentemente disponíveis em volume suficiente para cobrir a área amputada e construir uma boa proeminência, dispensando o recurso à prótese. Segundo José Rosa, “é provavelmente o método mais praticado e o que pode dar melhores resultados estéticos finais”. Pode ser praticado logo a seguir à mastectomia ou um tempo depois. Está indicado em alguns casos em que o método das próteses ou dos expansores falhou.

Num número muito significativo de situações, contudo, a parede abdominal fica enfraquecida e abaulada e pode exigir reparação secundária, “o que constitui um dos principais inconvenientes do método”, reconhece o especialista em Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética.

 

 

Em qualquer dos métodos de reconstrução permanecerá uma cicatriz de 15 a 20 centímetros, por isso o cirurgião procurará que esta fique coincidente ou com a linha da parte de cima de um fato de banho ou, se for na barriga, com a linha dos calções do biquini. O mesmo acontecerá se os tecidos forem retirados da nádega.

O cirurgião plástico pode actuar na mama boa para a equilibrar com a outra, aplicando procedimentos da cirurgia estética à cirurgia reconstrutiva. Mas é impossível, com os métodos actualmente conhecidos, obter uma igual à outra. Por isso, quando a diferença é grande, é efectuada uma mamaplastia da mama sã. Sobretudo quando esta é muito volumosa e descaída.
 

São vários os métodos utilizados na reconstrução da aréola e do mamilo. A aréola pode ser reconstruída com parte da aréola do lado oposto, sob a forma de enxerto, e serem aplicados pigmentos, como numa tatuagem. A sensibilidade da pele fica bastante diminuída e o mamilo deixa de ser um órgão eréctil. No entanto, a capacidade de sentir prazer através do toque nunca desaparece.

 

 

PREVENÇÃO
Um tumor maligno consiste num grupo de células alteradas que pode invadir os tecidos vizinhos e disseminar-se (metastizar) para outros órgãos do corpo. Na fase inicial, o cancro da mama pode ser tratado antes que se espalhe, quando as hipóteses de cura são maiores, os tratamentos menos agressivos e não mutilantes. A realização do auto-exame é fundamental para detectar o cancro da mama. Os principais sinais de alerta são a retracção do mamilo, a mama vermelha e a existência de nódulos palpáveis.

PÓS-OPERATÓRIO
Quando a reconstrução mamária foi introduzida em Portugal, no início da década de 80, a qualidade da técnica era muito semelhante à actual. No entanto, apenas 1 a 2% das mulheres que tinham feito uma mastectomia é que tinham a possibilidade de a realizar, além de implicar longos internamentos. Actualmente, se a paciente tiver um emprego fisicamente exigente, poderá ir trabalhar ao fim de um mês. Se não, voltará ao activo em sete dias.

 

COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS
O plano global de tratamento deverá ser ponderado e explicado às pacientes, com indicação dos riscos, tempo de abstenção laboral e custos. De modo realista, para que não se criem falsas expectativas.
“A cirurgia reconstrutiva da mama contribui para melhorar a auto-imagem da mulher, mas podem ocorrer complicações como em qualquer outra cirurgia. Desde hematomas ou hemorragias – as mais comuns –, reacções imprevistas a anestésicos, enfarte de miocárdio, reacções inflamatórias nos tecidos ou a rejeição dos implantes. Estas complicações existem, mas são raras”, aponta José Rosa.
O risco tromboembólico existe sobretudo na cirurgia de retalho abdominal. Mas, de acordo com a Associação Americana de Cirurgia Plástica, com base em 26 562 plastias abdominais efectuadas por 935 cirurgiões plásticos, 2% foram complicações graves e destes apenas 11 casos (0,04%) foram mortais.
Algumas mulheres passam a ter dor crónica nas costas e/ou peito, quer as que foram submetidas a radioterapia quer as que procederam a reconstrução com prótese. Contudo, 1% a 2% sentem mais dor após a colocação da prótese e pode-se colocar a hipótese desta ser retirada.

 

in Máxima

 

____________________

è melhor ir lendo umas coisinhas...para não ter grandes surpresas..

 

Postado por Isa às 09:39
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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Procissão

Perto da minha casa, há uma igreja, que se chama a igreja do Pé da Cruz, e este fim de semana foram as festas.

Ontem á noite foi a procissão, lá fui eu com o Jorge, carregados de fé, pelas ruas da freguesia, rezando e pedindo à Nossa Senhora ao Pé da Cruz, pelos pobres, pelos velhotes e pelos doentes. ..

É claro que não me esqueci de ninguém, familia,amigos, amigas...que estão sempre no meu coração..

 

 

Postado por Isa às 11:28
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Recordações

 

  

 

 

Fotos com a minhas irmãs, hoje o post vai para elas...

Um beijinho e obrigada por tudo...são as minhas manas lindas e por sua vez, têm umas filhas lindas que são as minhas adoradas sobrinhas

Há fotos onde somos 4, é que a minha prima Sandra, não nos largava ,era filha única e adorava as primas, e nós tinhamos todo o gosto de andar com ela, é a nossa terceira irmã, assim como a sua filha é como se fosse minha sobrinha.

Com 10 anos, fartou-se de ser filha única e pediu aos pais uma mana, a Patrícia, a mais nova das primas.
 

Beijinhos para todas, gosto muito de vocês...

Postado por Isa às 11:50
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Análise da Mortalidade e dos Internamentos Hospitalares por Concelhos de Portugal Continental

Aljustrel e Alcochete foram os concelhos do Continente com o maior risco de mortalidade por cancro no Continente entre 2000-2004 e o Alvito teve o maior registo de óbitos por doenças ligadas ao coração, segundo um estudo apresentado esta terça-feira, noticia a agência Lusa.

 

Estas conclusões - bem como a falta de coincidência entre as taxas mais elevadas de mortalidade e de internamentos - constam do livro «Análise da Mortalidade e dos Internamentos Hospitalares por Concelhos de Portugal Continental (2000 e 2004)», apresentado em Lisboa, na presença do ex-ministro da Saúde Correia de Campos.

Nesta primeira fase do estudo, foram analisados os óbitos e os internamentos de acordo com quatro grandes grupos de causas: «todas as causas, excepto causas externas» (que incluía 95 por cento do total de óbitos em Portugal Continental entre 2000 e 2004), doenças do aparelho respiratório, doenças do aparelho circulatório e neoplasias malignas (cancro).

Morre-se mais em Lisboa e no Alentejo
Madeira é a região com a menor esperança de vida

Da análise feita concluiu-se que os internamentos ocorreram a Norte, com a Covilhã a liderar a tabela. Apenas em Lisboa e Vale do Tejo se encontrou um número reduzido de concelhos com taxas de mortalidade e internamento superior ao percentil 90.

Dos três grandes grupos estudados de doenças, as regiões de Lisboa e Beja são das mais citadas em termos de cancro e patologias do aparelho circulatório, enquanto nas doenças respiratórias as maiores taxas padronizadas estão no Centro e Norte, com alguns concelhos de Lisboa e Vale do Tejo a destacarem-se por pneumonia e gripe.

Quanto a doenças do aparelho circulatório, onde se incluem as cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais (AVC), provocaram no período em estudo quase 40 por cento dos óbitos totais e 14,5 por cento dos internamentos.

O concelho do Alvito registou as maiores taxas de mortalidade em todas as doenças do aparelho circulatório, incluindo os acidentes vasculares cerebrais e a doença isquémica do coração, que pode provocar enfartes.

As neoplasias malignas (cancro) foram responsáveis por 22,2 por cento das mortes e 6,5 por cento de internamentos, com o maior risco de mortalidade a constatar-se nos distritos de Beja, Setúbal, Porto e alguns concelhos do distrito de Viana do Castelo.

Beja somou os maiores valores no geral e também em termos de neoplasias malignas de brônquios e pulmões.

Segundo o estudo, em zonas como Penamacor e Fundão há mais do dobro do risco de internamento.

Já as doenças do terceiro grande grupo, as relacionadas com o aparelho respiratório, provocaram 9,1 por cento da mortalidade e 9,8 dos episódios de internamento.

As maiores probabilidades de morte ou de ser ser internado devido a estas doenças é no Centro e Norte, principalmente no Porto e Aveiro, enquanto os valores mais baixos encontram-se em alguns concelhos do Alentejo e do interior.

Para a população residente no concelho de Bragança, o risco de internamento hospitalar foi sempre superior ao do continente, atingindo um máximo no caso da pneumonia e gripe.

Da autoria de Rita Nicolau, Ausenda Machado, José Marinho Falcão e Baltazar Nunes, o livro é o resultado da conclusão da primeira de três fases do projecto GeoFASES (análise Geográfica de Factores Ambientais e Socio-Económicos em Saúde.

 

in iol diario

Postado por Isa às 09:17
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008

Oração a Nossa Senhora de Fátima

nossa senhora de fatima.JPG

 


Santíssima Virgem,
que nos montes de Fátima
vos dignastes revelar aos três pastorinhos
os tesouros de graças que podemos alcançar,
rezando o santo rosário,
ajudai-nos a apreciar sempre mais
esta santa oração, a fim de que,
meditando os mistérios da nossa redenção,
alcancemos as graças que insistentemente
vos pedimos (pedir a graça).

Ó meu bom Jesus, perdoai-nos,
livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu
e socorrei principalmente
as que mais precisarem.

Nossa Senhora do Rosário de Fátima,
rogai por nós.
 

Postado por Isa às 10:11
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Mamografia e Ecografia

Isto de exames de rotina, só quem passa por eles...

Que nervos, que ansiedade, que sede de ouvir está tudo bem...

Hoje não foi muito demorado...

ainda o médico não tinha colocado o exame de hoje no ecrã, já eu estava a perguntar o que é que ele estava a ver...ainda só tinha o ùltimo o de setembro...

Está tudo bem...Graças a Deus

Claro que fiquei muito contente...

Depois das camadas de nervos há que descomprimir...

 

 

Postado por Isa às 10:14
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