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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Como combater a ansiedade e ganhar confiança?

As soluções para muitos dos nossos problemas estão dentro de nós mesmas.
E por vezes a resposta é mais simples do que à partida possa parecer. O que importa é que as mudanças para o bem-estar sejam subtilmente sentidas dentro de nós para assim operarem mudanças a um nível profundo. Depois aos poucos irão fazer-se sentir no mundo exterior.

O processo interior faz toda a diferença. Comece por estes exercícios simples!

 

Relaxamento para reduzir a ansiedade

Encontre-se com o monstro:
Feche os olhos e respire uma vez de modo que lhe parecer mais apropriado. Vá até a sua emoção e veja a imagem que lhe está associada.
Sinta o que quer que aconteça nesse confronto, vai ficar aliviado. Abra os olhos quando estiver pronto.

O labirinto da espiral colorida:
Feche os olhos, respire 3 vezes, (expire mais prolongadamente do que inspire).
Veja-se passar por um labirinto em espiral colorida.
Vá andando e soltando a sua ansiedade.
Dirija-se para a saída. Sinta que a sua ansiedade foi toda embora.
Abra os olhos devagar.

 

 

Exercício da Confiança

Para reverter convicções e despertar sua força interior:

1. Sente-se confortavelmente, feche os olhos e fique em silêncio. Mentalize uma situação negativa que deseje modificar. Visualize-a como se fosse um filme, sem se envolver emocionalmente. Abra os olhos e respire fundo.

2. Feche novamente os olhos e mentalize agora uma situação feliz. Fixe com atenção os recursos positivos, como segurança e flexibilidade, que você tinha nessa situação. Abra os olhos e respire fundo.

3. Feche os olhos novamente. Escolha três recursos positivos da situação feliz e imagine-se usando-os na cena negativa. Veja-se actuando de modo mais seguro e flexível.

4. Avalie se, com esses recursos, você conseguirá enfrentar melhor as dificuldades. Se a resposta for sim, sua confiança aumentará ao lidar com futuros desafios. Se a resposta for não, repita o exercício e se fixe por mais tempo nos elementos positivos.
Lembre-se: esses recursos já existem dentro de você e sempre podem ser accionados.

Faça esse exercício três dias seguidos e retome-o quando achar necessário.

 

Relaxamento através da respiração

1 Coloque a ponta da língua atrás na parte superior dos dentes.

2 Exale completamente o ar pela boca fazendo um som de do ar a entrar.

3 Inspire o ar silenciosamente e profundamente pelo nariz em 4 tempos. 4 Segure o ar durante 7 tempos.

5 Exale o ar com som em 8 tempos.

6 Repetir 3, 4 e 5 num total de 4 respirações.

Repetir duas vezes ao dia ou quando se sentir stressado, ansioso ou descentrado. Após 1 mês de treino caso se sinta confortável com o exercício, aumente para 8 respirações por vez.

 

Fonte: PsicoOnline
Postado por Isa às 17:13
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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Mais um testemunho no dia mundial contra o cancro

Raquel Carvalho,  20 anos

 

"Como me consegui curar de um linfoma

O emocionante relato de uma mulher que descobriu que tinha a doença aos 20 anos

Aos 20 anos, foi-lhe diagnosticado um linfoma não-Hodgkin, não operável. Ultrapassou vários meses de quimioterapia, um transplante de medula e até um coma induzido.

Hoje, passados nove anos sobre o dia C (de cura), recorda um dos seus trunfos para sobreviver:

«Não podemos aceitar, nem imaginar a morte. Temos de nos imaginar vivos e agarrarmo-nos a essa ideia», desabafa.

Aos 20 anos Raquel Carvalho vivia em Alter do Chão rodeada da família e dos amigos de sempre, no descuido feliz e privilegiado tão próprio da juventude. Nesse tempo, «tudo era fantástico». Fazia muito desporto e, no seu calendário, as festas estavam em lugar de destaque», revela.

«Muito confiante, era (e é) uma força da natureza, para quem acordar já é uma celebração e dormir uma perda de tempo. Subitamente, manifestam-se pequenos sintomas invulgares. Começa a sentir-se excessivamente cansada e sem forças para acompanhar os amigos.

Dorme muito. Para alguém com tanta energia tudo isto era preocupante, mas nem lhe passava pela cabeça que poderia ser alguma coisa grave, até ao momento em que mesmo as tarefas mais simples, como conduzir, se lhe tornaram insuportáveis: «sentia uma dor no peito tão forte que conduzia encolhida. Além disso, doía-me o coração e estava sempre a dormir», revela.

Como nunca se queixara de dores, nem nos desportos exigentes que praticava (pegava touros, andava de mota, fazia ski e caçava), os pais levaram estes sintomas muito a sério. Após uma consulta ao médico de família, que percebe imediatamente do que se trata, Raquel é enviada de urgência para Lisboa onde se submete a uma série de exames exaustivos.

E ali, com muitos médicos à sua volta é-lhe revelada a terrível notícia. Mas é também ali que surge uma nova Raquel com uma força, uma coragem e uma maturidade que até ela própria desconhecia possuir.

«Só me apercebi de que se tratava de alguma coisa muito grave quando entrei numa sala e vi toda a família reunida. Estavam lá todos, mesmo aqueles que só vejo nas festas e no Natal», conta Raquel, que ainda guarda lembranças muito nítidas desses momentos:

Perante as lágrimas e a tristeza de todos, foi ela que ainda se sentiu obrigada a reconfortá-los com a sua alegria e boa disposição de sempre. «O médico foi muito directo e disse-me: Raquel tens um cancro.

A seguir explicou-me detalhadamente os tratamentos, falou na queda de cabelo e avisou-me que eu poderia ficar muito magrinha ou muito gorda».

Respondeu: «Espero ficar gorda para aguentar os tratamentos.» Por isso, ao longo de todo o processo, fez sempre um esforço enorme para não vomitar, pois tinha muito medo de perder peso.

Desta maneira engordou oito quilos, o que para uma jovem vaidosa equivale a ficar uma bola, recordando ainda que foi ela, «com uma força vinda não sei de onde» a perguntar ao médico se podia começar os tratamentos logo nesse mesmo dia.

De resto, e perante a reacção apavorada dos pais, Raquel não deitou uma lágrima e nunca admitiu sequer duvidar de que iria conseguir ultrapassar este obstáculo. O diagnóstico revelara um linfoma não-Hodgkin, não operável.

 

A quimioterapia começou imediatamente: quatro meses de tratamentos em que «a ressaca da quimio fazia-a em casa», recorda. Raquel cumpre as dolorosas etapas do tratamento com a tenacidade de um atleta.

No primeiro tratamento continua a viver no Alentejo e só permanece em Lisboa quando o médico a quer vigiada. Como menina do campo que era, detestava a cidade e, assim, para se distrair entre idas e vindas do hospital passou a ir para Monsanto praticar tiro aos pratos.

Como caçava desde pequena, tinha óptimas prestações, de tal modo que acabou por entrar em competição tornando-se campeã Nacional, «mas como só estava ali para me divertir, quando o assunto se tornou demasiado sério abandonei a modalidade».

Foi outra das suas pequenas distracções que a conduziu à sua actividade actual, o restauro, que começou a desenvolver através de pequenos cursos livres de pintura decorativa. Tirava tanto prazer disso que depressa percebeu que seria esse o seu caminho profissional, lembrando-se que essa paixão já vinha da infância, quando passava horas a fio a observar os tectos trabalhados e os objectos antigos com uma atenção invulgar.

A primeira boa notícia e a recaída

Finalmente, no dia 23 de Dezembro 1998, o médico deu-lhe os parabéns. «Estava limpinha», relembra. A bolsa alojada entre o coração e os pulmões havia desaparecido.

«Foi o melhor presente de Natal!», recorda. Sem esperar mais, Raquel voltou a correr para Alter do Chão, extasiada por poder recuperar a sua vida. «Então fiz tudo! Queria voltar a sentir a adrenalina, festejei, saí muito, voltei ao desporto».

Em Março, foi para a neve esquiar mas, antes da viagem, foi a uma consulta de rotina. Continuava tudo bem. Na neve partiu um dedo, mas divertiu-se muito, «foi uma semana óptima». Quando voltou, voltaram também os sintomas: sono e muitas dores.

Mais uma vez, os pais levaram-na de imediato ao médico e a noticia era terrível. Numa semana, o linfoma não só tinha voltado com estava maior ainda. «Era agora uma bolsa com um palmo de comprimento. Não percebo muito dos detalhes, porque tinha 20 anos e foi a explicação que me deram.

Tanto quanto me parece, a célula mãe não tinha morrido, a actividade excessiva do coração activou-a e o linfoma cresceu desmesuradamente». A situação era gravíssima.

Desta vez, Raquel ficou internada no IPO durante todo o tratamento, chegando mesmo a ficar isolada no Aquário durante alguns meses. «No Aquário só se entra esterilizado e totalmente equipado com batas, sapatos e luvas verdes. É surreal, um cenário de ficção científica, onde eu só via os olhos das pessoas», refere.

O tratamento implicou quimioterapia e um transplante de medula óssea. «Como não era compatível com ninguém fiz um transplante da minha própria medula.». Para isso, teve de passar por um coma induzido.

Essa foi talvez a parte mais dolorosa de todo o processo, porque podia não voltar. «Essa foi uma das raras vezes em que tive um ataque de choro mas nunca me visualizei a morrer», relembra, reforçando «não podemos aceitar, nem imaginar a morte. Temos de nos imaginar vivos e agarrarmo-nos a essa ideia.»

Agarrada à vida como sempre esteve, Raquel fez amigos na enfermaria que se mantiveram junto dela depois de entrar para o Aquário. Ali, num profundo isolamento, contou sempre com o conforto da presença desses companheiros de dor e alegrias, com quem comunicava por carta.

Escreviam-se todos muito e para os tranquilizar, quando se aproximou o momento do coma induzido, avisou-os de que durante uns dias iria estar ausente, adormecida, mas que não se preocupassem pois voltaria.

Ainda hoje e para sempre Raquel se refere a esses amigos como os seus «anjinhos da guarda».

Finalmente, e quando o linfoma já estava reduzido ao mínimo graças aos tratamento de quimioterapia, estava na altura de fazer o transplante e de partir para a mais temível das etapas, o coma induzido. Dali, ou acordava e teria à sua espera a melhor de todas as notícias, ou não regressaria mais.

Mas tal como era esperado, correu tudo muito bem e, ao acordar, Raquel não conseguiu conter uma explosão de alegria. Sem pensar, levantou-se da cama a gritar e a dançar «estou viva, estou viva e um e dois e um e dois», simulando uns passos de aeróbica.

Esta brincadeira durou três ou quatro minutos, até um médico a obrigar a deitar-se de novo. A breve manifestação de entusiasmo valeu-lhe três dias sem se conseguir mexer.

Seguiram-se dois meses de tratamentos diários com radioterapia «muito cansativos», ao longo dos quais fez novos amigos, nunca deixando, sempre que podia, de ir visitar os seus «anjinhos», na enfermaria do IPO.

«No dia 27 de Julho 1999, o médico disse-me finalmente que estava tratada. Essa data passou a ser mais importante que o meu próprio aniversário, que é três dias antes.» De tal forma que, actualmente Raquel festeja com a família e os amigos o dia dos seus anos e o dia da confirmação da sua cura, que inclui missa.

«Agradeço a Deus todos os dias, por estar viva, por mais um dia, mais uma lágrima, mais um amigo.» Sempre foi muito religiosa mas tudo por que passou reforçou a sua fé, tornando-a ainda mais crente.

«Saber que tanta gente rezava por mim dava-me muito conforto e a partilha diminuía a minha dor», confessa. Para trás ficaram alguns amigos de infância e juventude.

«Ninguém me abandonou, mas não souberam encarar. Não os culpo, tive de me afastar deles por uma questão de autodefesa», admite. Desde o início que Raquel encarou tudo de frente, não se escondeu e manteve a sua dignidade e vaidade.

Cortou o seu próprio cabelo, combinou jantares para que os amigos a vissem, fotografou-se e filmou-se várias vezes durante o processo, para não esquecer e, simultaneamente, para se lembrar que continuava linda. «É tudo uma questão de mentalização», assegura.

Tem fotografias suas de cabelo comprido, curto e rapado. Instantâneos onde enfrenta a câmara com alegria e coragem, magrinha e depois mais gordinha, mas sempre maravilhosa. Alguns amigos achavam que ela tinha de se esconder, ficar em casa.

Esses tratavam-na com pena. Raquel reagiu. «Eu não era uma coitadinha! Tudo o que eu não queria era que me vissem assim. Se eu acreditasse que era uma coitadinha morria!»

Mas outros, improváveis e que mal conhecia, revelaram-se pessoas extraordinárias, «tratavam-me como igual, como uma do grupo. Esses acompanharam-me e deram-me força, sem paternalismos.»

Em 2008, fez 30 anos, mas mais importante ainda, cumpriu nove desde que está tratada e que nasceu uma nova pessoa. «Eu era muito dura e achava que chorar era uma vergonha, não gostava de demonstrar sentimentos.»           

Desde então mudou muito: «Deixei de esconder sentimentos. E não perco tempo com pessoas com quem não me sinto bem». Descobriu também a força e a beleza de um abraço. Curiosamente agora também adora Lisboa, que é onde vive e onde fez, literalmente, o seu ateliê de restauro.

«Acordo de manhã e sou feliz, sou sempre feliz, mesmo quando estou em baixo. Os depoimentos que tenho dado, têm-me feito confrontar outra vez com a doença e com as perdas e isso já me tem feito chorar», desabafa.

«Mas e se a minha doença tivesse sido uma dádiva? Se não fosse esta lição, quem sabe se eu não eu iria desperdiçar a minha vida e não lhe dar o devido valor?», interroga."


 

Os conselhos de Raquel Carvalho

Esperança
«Apesar de tudo e de todos os males, aceitem o que está a acontecer. Agarrem-se à ideia de que é passageiro.»

Acreditar
«Agarrem-se à vida com todas as forças, mesmo as que desconhecem. Visualizem que ainda têm muito para viver. Arranjem um motivo muito forte para suportar a doença, pode ser uma pessoa ou uma causa.»


«O truque do anjinho – peçam muito ao vosso anjo, ou a algo em que acreditam, que vos ajude a suportar as dores; eu pedia ao meu anjinho para me tirar as dores e sofrer um bocadinho por mim. Esta mentalização ajudou-me muito.»

Aos Amigos
«Tratem as pessoas que estão doentes da mesma forma de sempre. Não os deixem desistir e transmitam força, não piedade!»


 

Texto: Marta Gonzaga
 


 

 

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista

 
in sapo saude

                                                                                  

 

 

 

Postado por Isa às 21:27
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4 de Fevereiro - Dia Mundial contra o Cancro

Hoje dedicado ao dia, coloco testemunhos de pesoas corajosas e lutadoras...

 

Ola. chamo-me Patricia Silva e tenho 25 anos. aos 21 anos fui submetida a uma mastectomia direita. naquela altura a vida para mim estava completa, não precisava de mais nada para ser feliz, um casamento estavel, uma filha linda e muita vontade de viver, mas quando me foi diagnosticado o cancro da mama foi como se o mundo tivesse declarado uma guerra contra mim. tudo mudou. Apesar de ter enfrentado todos os obstaculos com muita coragem, e de cabeça levantada, para mim foi tudo muito dificil...haviam perguntas que não saiam da minha cabeça, porquê eu? será que vou morrer?... Felismente não foram necessários tratamentos, mas mesmo assim durante 2 anos foi tudo muito doloroso, muitas vezes estava rodeada de pessoas que gostavam de mim, no entanto, sentia-me completamente sozinha, ficava sempre uma tristeza, um vazio.... havia apenas duas coisas que me confortavam, ver pessoas nesses hospitais em estados muito piores que eu, e ter a minha filha linda a meu lado, neste momento ela tem 5 anos, é pela que cá estou e é pela que vou continuar a lutar cada dia! Espero que o meu testemunho possa ajudar outras mulheres a ultrapassar o que a doença obriga, pois eu sei que é muito bom ouvir na altura certa, " compreendo perfeitamente aquilo que esta sentir, pois eu ja passei pelo mesmo". um beijinho muito grande para a ame e viva a vida e continuem com força!
Por:patricia isabel paulino silva
Data: 23-1-2009

 

 

olá, que o meu testemunho seja pelo menos para dar força a todas aquelmulheres que estão ou venham a passar por situações idênticas. Transmitir em leitura tudo o que passa por nós é impossível, pois não há palavras para escrever o sofrimento com que nos vamos deparando dia a dia ; a revolta,angustia,desilusão e muito mais quando pensamos que durante toda a nossa vida nos dedicamos aos outros ,mas quando chega a nossa vez , meu deus é um turbilhão de emoções jamais esperadas. Há cerca de 18 meses foi-me diagnosticado na mama direita carcinoma maligno com 2,1cm, com era de origem de crescimento rápido foi-me aconselhado de imediato 8 sessões de quimioterapia com duração de 7 horas que terminei em novembro de 2007;consegui trabalhar até ser marcada a cirurgia, que foi em dezembro.fiz cirurgia radical modificada ou seja tirei a mama na totalidade mais 18 gânglios da axila no esvaziamento;no final da analise ao tumor extraído 3 semanas depois , foi -me aconselhado outra cirurgia de imediato ou seja 30 dias depois da 1ª. Passados mais 30 dias tive que fazer mais 6 sessões de quimioterapia com intervalos de 3 semanas , a seguir no fim de mais 30 dias tive que fazer 25 tratamentos diários de radioterapia ;na sequência de todos estes tratamentos,pensei muitas vezes será que o meu organismo vai aguentar ?na verdade fiquei um farrapo perdi 26 kg, a aparência sem cabelo e tudo o resto,magoava-me imenso algumas pessoas passarem por mim e não me conhecerem, tem sido extremamente doloroso; estou numa fase muito melhor pois a minha aparência nunca me preocupou;a minha maior preocupação era melhorar; na realidade toda a minha família me ajudou dou graças por isso- tenho 2 filhos maravilhosos um marido excepcional 2 netinhos bebes; resta-me viver o meu tempo para toda a minha família; seja o deus permitir e só peço força para continuar esta luta e desejo a todas as mulheres com cancro a maior força do mundo para a luta, mas pensem sempre que nem sempre esta doença é sinonimo de morte; eu pensei nela como outra qualquer o que é preciso é nós lutarmos e pensarmos que no fundo do túnel há uma luz muito brilhante que nos guia e nos alivia o sofrimento da alma que deus ajude. Fui muito extensiva mas na verdade sinto que também é bom falarmos e não nos escondermos só porque fomos vitimas um bem haja para todas.
Por:laurinda passos
Data: 13-1-2009

 

in Ame e Viva a Vida

 

 

 

 

Postado por Isa às 11:15
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É verdade que as melgas atacam mais umas pessoas do que outras?

Elas são as convidadas indesejáveis que regressam todos os verões. Aparecem em bandos, poisam nos nossos tornozelos e pernas para se banquetearem e provocam ataques de inchaços e "sprays" que nos podem deixar sem respiração - isto é, se você se encontrar entre esses infelizes. (E não estou a falar dos extraviados na série 'Perdidos').

As melgas atacam tudo o que tenha pulsação; até aqui já sabemos. Mas sentem-se na relva com um grupo de pessoas no pico do Verão e não há dúvida de que alguns do grupo terão mais probabilidade de ser um alvo do que outros.

Eu considero-me um dos desgraçados. Posso estar sentado numa sala com uma dúzia de pessoas, mas se existe uma melga ali no meio, é garantido que vai poisar em mim. Pior ainda, ao mesmo tempo que eu sou atacado sem piedade, outros mesmo ao meu lado permanecem sempre livres de picadas. É de loucos.

Então, porque é que estes chupadores de sangue mais que incómodos acham alguns de nós muito doces e ignoram todos os outros? Acontece que todos temos os odores e químicos que as melgas acham atraentes. Alguns de nós somos simplesmente melhores a disfarçá-los do que outros.

As melgas fêmeas - as únicas que mordem - são atraídas pelo dióxido de carbono que exalamos, pelo calor do nosso corpo e pelos químicos no suor, como o ácido láctico. Obviamente cada ser humano tem estas coisas em comum, e também os nossos companheiros animais de sangue quente.

Mas os cientistas descobriram que as pessoas resistentes à picada produzem cerca de uma dúzia de componentes que ou impedem que as melgas as detectem ou as afastem. As pessoas como eu, que somos picadas frequentemente, carecem dessas componentes que podem mascarar o cheiro.

Os cientistas britânicos descobriram isto pela primeira vez há alguns anos depois de fazerem investigação no gado. Quando estavam a observar diferentes manadas, repararam que o número de melgas que apareciam dependia da presença de certas vacas.

Quando estas vacas eram levadas para outra manada, as melgas seguiam-nas. Os investigadores descobriram mais tarde que estas vacas individuais estavam a emitir odores diferentes. Mais tarde confirmaram o mesmo fenómeno em humanos.

Porque é que algumas pessoas e animais têm este escudo incorporado ainda não se sabe. Pode ter tido algum objectivo evolutivo crucial, como proteger-nos da malária e outras

doenças transmitidas por mosquitos. Mas se você ainda não tiver o escudo, não desespere. Pode tornar-se menos atractivo usando desodorizantes sem cheiro, loções e sabonetes. Repelentes feitos com dietiltoluamida também podem fazer toda a diferença.

Um estudo publicado no 'New England Journal of Medicine' em 2002, descobriu que os borrifos mesmo com pequenas quantidades desta substância protegem os utilizadores durante cerca de cinco horas, enquanto pulseiras especiais e "sprays" com "citronella" os protegiam apenas durante alguns minutos.

Também pode ter ouvido a história da avozinha que diz que se afastam os mosquitos e melgas comendo alho, bananas e outros alimentos. Não acredite nisso. Não há provas que apoiem nada disto. O melhor será treinar-se para vir a ser um mestre em mata-moscas, como eu. Ou simplesmente espalhe um pouco de mel na pessoa sentada ao seu lado. Dali a pouco, eles saberão como é a raiva de uma melga sedenta de sangue.

Postado por Isa às 11:00
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Salvador Vaz da Silva

 

Um grande homem...* que descanse em paz...

Deixou um rasto de esperança..

 

Palavras do Salvador Vaz da Silva:  “Quero levar a outras pessoas doentes a minha história, mostrando-lhes que é possível vencer mesmo quando o quadro clínico nos condena a curto prazo. Cresci e aprendi muito, distingo com muito maior clareza o que tem e o que não tem importância nesta vida. Darmo-nos aos outros de coração, intervir pessoalmente onde podemos realmente fazer a diferença dando-lhes luz e amor, conforto, fé e esperança”

 

Postado por Isa às 00:08
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