"Sair de um blog sem comentar é como visitar alguém e ir embora sem se despedir..."
Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Rosa Esperança, ontem na RTP 1

Ontem depois da voltinha pelo campo, depois dos caracois e antes dos Xutos... vi a Grande reportagem com a nossa amiga Nela.

Adorei Nela, como já tive oportunidade de te dizer.

Ficou bem claro, qual o espirito do Rosa Esperança, da necessidade de dizer ao Pais, que é preciso acreditar, que é preciso diagnosticar mais cedo, fazer exames mais cedo, e que é possivel, fazer uma vida nornal. que é dicficil passar pelo cancro da mama, mas que não é impossivel.

Temos aprendido muito umas com as outras, eu dou Graças a Deus, de ter caido na rede da internet, dos blogs, e de vos ter encontrado.

O cancro foi sem dúvida uma infelicidade na minha vida, mas tudo de bom que veio depois, não apaga a dor, mas com voces, atenua muito, mas muito.

Obrigada a todas e a todos.

Obrigada por tudo.

É facil, muito facil ser vossas amigas...é como dissseste ontem...é uma amizade logo grande, é uma amizade muito sentida.

Estão no meu coração.

 

Para quem quer ver a entrevista de ontem aqui fica o link

 ww1.rtp.pt/blogs/programas/grande_entrevista/

 

 

sinto-me:
Postado por Isa às 15:39
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Cirurgias de reconstrução com atraso de ano e meio

 

Doentes a necessitar de intervenções cirúrgicas como reconstruções mamárias esperam meses nas listas de espera dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Médicos criticam o Ministério da Saúde pela falta de critérios uniformes a todos os hospitais, o que ajudaria a determinar os casos prioritários.

Os hospitais do Serviço Nacional de Saúde demoram, em média, um ano e meio a dar resposta às cirurgias plásticas, como as reconstruções da mama após um cancro ou as que visam eliminar as pregas de pele de ex-obesos. Várias unidades contactadas admitiram esperas entre ano e ano meio. "Mesmo quando são emitidos os vales-cirurgia, muitos doentes optam por ficar na sua unidade e com o seu médico. Assim que há vaga, são operados", refere Celso Cruzeiro, chefe de serviço dos Hospitais Universitários de Coimbra e presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica.

Dos 7338 doentes registados em lista até Setembro de 2008, 40% já estavam inscritos há mais tempo do que o previsto por lei, embora 93% fossem casos menos prioritários. São precisamente estes que estão sujeitos às esperas maiores.

No Hospital de Santa Maria, o director de serviço, Caneira da Silva, acredita que "até ao final do ano sejam operados doentes que estão à espera desde 2007. Somos o maior hospital do País e recebemos doentes de todo o País".

Apesar de a produção ter aumentado significativamente, a unidade tem cada vez menos especialistas. "Em 2006 tínhamos 20 médicos a tempo inteiro. Agora temos dez e meio, contando com os casos de tempo reduzido", frisa.

Apesar desta espera, o médico diz que os casos urgentes são logo operados. "Podem ser cancros, mas também fracturas da face, úlceras da perna, entre outras". O relatório da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS), refere que havia 917 doentes menos prioritários que esperavam há demasiado tempo, a que se juntam 92 casos prioritários e três muito prioritários.

No São João, os doentes menos graves esperam um ano. "Estamos a dar resposta mesmo a casos não cruciais, como a cirurgia após colocação da banda gástrica ou hipertrofias mamárias, por isso há um número residual de casos enviados para outras entidades", diz o director de serviço José Amarante que lembra que muitos doentes preferem esperar em lista.

Maria Angélica Almeida, do Hospital de São José, recorda os tempos em que se esperavam três a quatro anos. "Hoje estamos com ano e meio. Mas não há casos urgentes operados fora de tempo".

Em Coimbra, nos Hospitais Universitários, o esforço da equipa para produzir mais tem levado à redução das pessoas em espera. No entanto, "com o fecho do serviço de Santarém e Viseu somos os únicos a dar resposta no Centro, lamenta Celso Cruzeiro. A procura aumenta a cada ano, "por questões culturais, de avanço das técnicas e porque as pessoas sabem mais sobre os seus direitos".

Caneira da Silva chama a atenção para um aspecto importante: é que a necessidade de cumprir os tempos máximos tem levado mais à quebra da relação médico-doente. "Há médicos que lidam com casos de doentes mais complicados e outros que não têm disponibilidade para operar todos os seus doentes com patologias menos graves. São estes que acabam por ter de passar os seus doentes a outros colegas, o que pode até quebrar a relação de confiança. Há médicos que usam técnicas diferentes para um mesmo problema, o que pode gerar dúvidas ao utente."

Há um grande esforço para se cumprir os tempos dos quatro níveis de prioridade para a cirurgia: casos urgentes, muito prioritários, prioritários ou com prioridade normal. O problema é que cada unidade tem ideias diferentes sobre o que deve integrar cada um.

José Amarante, director de serviço do Hospital de São João, considera, por exemplo, que uma reconstrução mamária na sequência de um cancro é uma cirurgia muito prioritária, o segundo nível na escala definida pela tutela. E para isso tenta dar-se uma resposta em três ou quatro meses. Maria Angélica Almeida, do Hospital de São José, considera, por outro lado, que estas cirurgias podem ficar no último grau, porque delas não depende a sobrevivência da doente. São exemplos como estes que mostram que cada hospital tem as suas regras. "Isto é controverso", afirma Celso Cruzeiro. "Num País pequeno não faz sentido não haver regras semelhantes e isso compete ao Ministério da Saúde. E a Ordem dos Médicos podia estabelecer critérios gerais até para segurança do clínico e para haver transparência para o doente."

 

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1240623">http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1240623

____

 

No meu caso, desde que me inscrevi até à cirurigia, passou um ano, mas como me inscrivi logo, posso dizer que esse nao não foi de espera, uma vez que dois meses antes da cirurgia, é que terminei os tratamentos e por isso, a partir dessa altura é que poderia ser operada.

No entanto conhecço casos, que foram anteriores ao meu, e que se inscreveram primeiro do que eu, e ainda continuam na lista de espera, claro que não estamos a falar do mesmo hospital, mas é de lamentar que assim seja.

Posso testemunhar, que nunca me senti inferior a mulher nenhuma enquanto fui mastectomizada, nunca me escondi do espelho, do meu companheiro, sempre fiz uma vida normal, durante os 2 anos que tive mastectomizada, mas sinto-me muito melhor desde que fiz a reconstrução mamária.

Aconselho.

 

 

Postado por Isa às 09:49
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Vamos a Fátima

O Projecto "Rosa Esperança" abriu um novo ciclo nas nossas vidas, e interrompemos os nossos encontros(almoços)já ia-mos no 9º, por causa dos ensaios e espectáculos, mas como não podemos estar muito tempo sem nos ver, então surgiu nesta cabecinha a ideia do 1ºencontro em Fátima e que se repetirá todos os anos até...............ser possível!!!

Por estes dias vamos apresentar o programa do 1º encontro "Rosa Esperança", para poderem postar nos vossos blogues, e enviarem por e-mail aos vossos amigos e conhecidos.

Começem a programar a vossa vida porque estão todos convidados(os que vierem por bem) a comparecer no dia 21 de Junho em Fátima para o nosso primeiro encontro! Vai ser um grande dia de convívio para todos!!!

Mais pormenores deste evento dentro de dias...

 

Retirado do Blog da Alda

http://viveroutravez.blogspot.com/

 

Postado por Isa às 10:36
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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

A não perder

Rosa Esperança-projecto mulheres e o cancro da mama vai ser o tema do próximo programa "Grande Entrevista" da conceituada jornalista Judite de Sousa.

É já na próxima 5º Feira -21 de Maio - na RTP1 a seguir ao Telejornal.
 

http://equemnaotemcao.blogspot.com/

 

Postado por Isa às 08:45
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Nicolau corajoso contra o cancro

O apoio da família tem sido decisivo para Nicolau Breyner desde que, há pouco mais de uma semana, lhe foi diagnosticado um cancro na próstata. O actor, de 68 anos, conhecerá dentro de dias os resultados dos exames completares que já fez e saberá então se terá de submeter-se a uma intervenção cirúrgica ou se o tratamento se restringirá a quimioterapia ou radioterapia.

"Nunca tive uma dor, nunca me senti mal", comentava Nico, há dois meses, quando teve de submeter-se a uma extracção de pedras dos rins. Mal sabia então que pouco depois os médicos lhe diagnosticariam o cancro, na sequência de exames rotineiros de acompanhamento.

"Inicialmente ficou um pouco abalado", contou a mulher do actor, Mafalda Bessa, à revista ‘Lux', "mas reagiu imediatamente, mantém o sentido de humor e só pensa em tratar-se".

"Encaramos a situação de frente, sem medo, pois não há nada que não se trate", disse Mafalda. "A família está unida e esta é mais uma etapa a ultrapassar".

O actor decidiu, entretanto, manter todos os seus compromissos de agenda, tendo gravado nos últimos dias uma participação especial na série "Morangos com Açúcar".

 

in http://fama.sapo.pt

Postado por Isa às 09:47
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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Loulou

Amanhã é o enlace da nossa amiga Loulou e do Ricardo.

Desejo-lhe aqui, toda a felicidade do mundo para eles, e que tenham um dia lindo, inesquecivel e maravilhoso.

Nós ficamos à espera de fotos...e muitas...

Um beijinho grande ao casalinho

 

sinto-me:
Postado por Isa às 09:40
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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Dia Internacional do Enfermeiro

Hoje é dia Internacional do Enfermeiro, hoje quero homenagear todos os enfermeiros que tem passado na minha vida e que me tem ajudado nesta luta de vencer o cancro, a todos eles o meu obrigada.

Um obrigada especial, á minha prima Mila, enfermeira de profissão, que também me tem ajudado em muito...

Lembro-me que foi com ela que chorei as primeiras lágrimas, quando ainda só desconfiava que podia ter cancro da mama.

Postado por Isa às 16:43
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